Dica sobre Poupança – CDB e Outros de Renda Fixa

Poupança.

Aprenda um pouco sobre a poupança, também conhecida no Brasil como Caderneta de Poupança.

Poupança é sinônimo de segurança. Renda pouco, sim.

Por ser o produto de investimento mais conhecido e acessível aos brasileiros naturalmente a poupança tem uma remuneração baixa. Acontece de às vezes perder da inflação.

Ocorre que existem outros produtos financeiros parecidos com a poupança e com um rendimento melhor.

CDB – Certificado de Depósito Bancário

O vídeo apresenta esse produto financeiro que é muito parecido com a poupança só que rende mais e possui incidência de IOF (prazo até 29 dias) e IR (Imposto de Renda) em tabela regressiva.

Mesmo com incidência de Imposto de Renda o CDB pode ser mais lucrativo que a poupança.

Poupança e CDB são exemplos de produtos de investimentos em Renda Fixa.

Veja o vídeo.

#EducaçãoFinanceira #Poupança #Riqueza #IndependênciaFinanceira

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O milionário mora ao lado

Estou finalmente lendo O Milionário Mora ao Lado de Stanley e Danko. Já conhecia o livro, os autores e o estudo e mesmo assim nunca tinha lido.
É incrível ver estatisticamente provado que só é possível acumular riqueza levando uma vida um pouco abaixo do que se poderia. Viver aquém das possibilidades da nossa renda.

Veja vídeo em que falo do livro:

Frugal
Frugal. Essa devia ser uma palavra ensinada nas escolas, no entanto, é um palavrão para muita gente. Frugalidade. Viver abaixo dos seus meios.
O livro é ótimo.. Tem muitas estatísticas brasileiras para comprovar o que os autores já constataram nos USA.O_Milionario_Mora_ao_Lado
De repente aquele vizinho que anda de roupas simples, carro usado não tem nada que chame muita atenção é mais rico do que você imagina.
O estilo de ostentação tão presenta da cultura pop de hoje em dia só beneficia a bancos e vendedores de artigos de luxo.
Para se tornar independente financeiramente você vai precisa viver um pouco abaixo dos seus meios de vida e poupar sempre.Essa vai se tornar uma linha de atuação desse blog, alertando para o consumo consciente e para um consumo que te permita se tornar independente, realizar os seus sonhos e não depender do trabalho para viver.

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A vida de um bilionário – Warren Buffett

Vejam que post interessante sobre Warren Buffet do site doletas.blogspot.com

Em entrevista de uma hora na CNBC, Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo que recentemente fez uma doação de 31 bilhões de dólares para a caridade, esclarece alguns aspectos interessantes de sua vida. Confira estas preciosas dicas abaixo!

1. Comprou a sua primeira ação aos 11 anos, e hoje lamenta tê-lo feito tardiamente. As coisas eram baratas naquele tempo. Incentive seus filhos a investirem.
2. Comprou uma pequena fazenda aos 14 anos, com as economias oriundas da entrega de jornais. Pode-se comprar muitas coisas com pequenas economias. Incentive seus filhos a iniciarem algum tipo de negócio.
 
3. Ainda vive na mesma casa modesta, de 3 quartos, no distrito de Omaha, a qual comprou após se casar, 50 anos atrás. Diz ele que tem tudo o que precisa naquela casa. Sua casa não possui muros nem cercas. Não compre mais do que você “realmente precisa” e incentive seus filhos a fazerem e pensarem o mesmo.
4. Dirige seu próprio carro para todo lugar, e não tem motorista particular, nem equipe de segurança à sua volta. Você é o que é.

5. Nunca viaja em jato particular, embora seja proprietário da maior companhia aérea privada do mundo. Pense sempre num jeito de realizar as coisas de maneira econômica.

6. Sua empresa, Berkshire Hathaway, possui 63 companhias. Escreve apenas uma carta anual aos principais executivos destas companhias, dando-lhe as metas para o ano. Nunca promove encontros nem os convoca habitualmente. Nomeie as pessoas  certas para as missões certas.

7. Transmitiu aos seus executivos somente duas regras: não perca nenhum centavo do dinheiro de seu acionista e não se esqueça da regra anterior. Estabeleça metas e certifique-se de que as pessoas nelas se concentrem.8. Não costuma freqüentar a alta-sociedade. Seu passatempo, após chegar em casa, é fazer ele mesmo um pouco de pipoca e assistir a televisão. Não tente se mostrar, simplesmente seja você mesmo e faça aquilo que gosta de fazer.

9. Warren Buffet não usa telefone celular, nem tem computador sobre sua mesa.

10. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, encontrou-se com ele, da primeira vez, cinco anos atrás. Bill Gates achava que nada tinha em comum com Warren Buffet. Portanto, programara seu encontro apenas por meia hora. No entanto, quando Gates o encontrou, este encontro perdurou por dez horas, e hoje em dia, Bill Gates o considera o seu guru.

Seus conselhos aos jovens:
Fique longe de cartões de crédito e empréstimos bancários, invista o seu dinheiro em você mesmo, e lembre-se:

A – O dinheiro não cria o homem, mas é o homem quem criou o dinheiro.

B – Viva a sua vida da maneira mais simples possível.

C – Não faça o que os outros dizem, ouça-os, mas faça aquilo que você se sente bem ao fazer.

D – Não se apegue às grifes famosas, use apenas aquelas coisas em que você se sinta confortável.

E – Não desperdice o seu dinheiro em coisas desnecessárias, ao invés disto, gaste nas coisas que realmente precisa.

F – Afinal de contas, a vida é sua! Então, por que permitir que os outros estabeleçam leis em sua vida?

 

“As pessoas mais felizes não tem, necessariamente, as melhores coisas. Elas simplesmente apreciam aquilo que tem”´.
 

 

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Aprenda a investir com Warren Buffett

Todos que estão sempre por aqui sabem que Warren Buffett é meu ídolo. Simples, genial, filantropo e bilionário. Aprenda a investir com Warren Buffett. O melhor de todos tem sempre algo a nos ensinar.

Veja o que Exame publicou essa semana sobre o mago de Wall Street.

Warren Buffett
Invista como Warren Buffet

Com base em livros publicados sobre Buffett e em textos que ele próprio escreveu para apresentar os resultados de sua empresa aos acionistas, EXAME compilou algumas das principais lições do guru. Antes de lê-las, porém, vale um alerta: os conselhos não são um manual sobre como se tornar um ás do mercado financeiro. Buffett aprimorou sua estratégia ao longo de mais de quatro décadas, quando adquiriu o controle ou participações majoritárias em centenas de companhias de diferentes tamanhos — da Coca-Cola à fabricante de doces See’s Candies. Hoje, administra um patrimônio de 280 bilhões de dólares.

“Se alguém fizer um curso para aprender a jogar bola como Pelé, dificilmente vai conseguir reproduzir suas jogadas mais brilhantes. Mas é inegável que poderá se tornar um jogador melhor depois das aulas”, diz Rui Tabakov Rebouças, dono da gestora de recursos Tabakov Capital, com sede em Nova York, e ele próprio co-autor de um livro sobre as estratégias do megainvestidor, Os Ensaios de Warren Buffett (edição do autor).

Comento: As ideias são simples e diretas. Ocorre que as dicas dele estão sempre relacionadas com o tempo e com disciplina.

Ignorar análises macroeconômicas
Trinta anos atrás, ninguém poderia ter previsto o imenso impacto da Guerra do Vietnã, de duas crises do petróleo, da renúncia de um presidente, da dissolução da União Soviética (…). Diferentes choques ocorrerão nos próximos 30 anos. Não tentaremos prevê-los nem lucrar com eles”, escreveu Buffett em carta aos acionistas da Berkshire Hathaway em 1994. Ele atribui o sucesso de seus investimentos em empresas à combinação entre a análise criteriosa dos resultados e das perspectivas desses negócios e o valor de suas ações na bolsa. Seu lema é comprar bons negócios por baixos preços e, se possível, mantê-los por um longo prazo.

Comento: Ignore os analistas. Muitas das indicações de analistas possuem conflito de interesse.

Aprender a avaliar empresas
Pode parecer complicado para o pequeno investidor, mas, com alguma dedicação, é possível avaliar empresas para tentar descobrir bons negócios, segundo Buffett. Como fazer? O primeiro passo é escolher poucas empresas para acompanhar — de preferência de um ou dois setores. O conselho de Buffett é se concentrar em mercados que o investidor já conheça ou entenda. Por exemplo, alguém que passou a vida trabalhando em companhias de varejo terá mais condições de analisar supermercados e outras empresas do setor do que siderúrgicas. “Especialização e sucesso andam de mãos dadas”, escreveu Mark Tier, autor de Investimentos: Os Segredos de George Soros e Warren Buffett, publicado no Brasil pela editora Campus.

Definido o nicho, o passo seguinte é levantar informações sobre as empresas que serão analisadas. De forma geral, isso pode ser feito lendo os relatórios de análise de bancos e corretoras e os balanços anuais publicados pelas companhias abertas. Mas também vale a pena buscar informações in loco. Uma história famosa sobre Buffett conta que, em 1965, ele passou cerca de um mês contando os vagões-tanque que passavam pela ferrovia de Kansas City. Buffett não estava interessado nos trens, mas numa empresa que fabricava aditivos para a gasolina transportada nos vagões. Queria saber se a demanda pelo produto estava aumentando. Quando os carregamentos, de fato, cresceram, ele comprou ações da empresa e embolsou um ganho de mais de 60%.

A recomendação de Buffett é procurar características que diferenciem a empresa de seus concorrentes — por exemplo, custos mais baixos de produção, uma marca consolidada ou a liderança isolada de um mercado. É o que ele chama de “fosso” ou “barricada”, isto é, algo que funciona como uma barreira e deixa as demais companhias do setor distantes.

Comento: Pare de procurar pechinchas. As boas empresas possuem fundamentos sólidos.

Aproveitar a volatilidade
Uma vez que o investidor define em quais ações quer aplicar, o melhor negócio é comprá-las pelo menor preço possível. Por isso, diz Buffett, a volatilidade dos mercados é a maior aliada do “verdadeiro investidor”. São os altos e baixos das bolsas de valores que permitem que papéis de empresas atrativas sejam comprados por preços baixos. Seu raciocínio, extraído de uma carta aos acionistas em 1997, é o seguinte: assim como quem vai trocar de carro de tempos em tempos — e não é uma montadora — deve preferir que os preços dos automóveis fiquem baixos, quem pretende poupar mais do que gastar nos próximos dois ou três anos deve torcer por um mercado de baixa. “Somente aqueles que serão vendedores de ações no futuro próximo deveriam ficar felizes com sua valorização”, escreveu ele.

Pensar no longo prazo
Para conseguir ganhar com a instabilidade dos mercados, o investidor precisa, de fato, ter condições de deixar seu dinheiro aplicado por prazos longos — no caso da Berkshire Hathaway, isso significa manter uma ação em carteira por décadas. A Coca-Cola, por exemplo, faz parte de seu portfólio desde 1988. Isso não quer dizer, porém, que Buffett nunca venda as ações ou participações de empresas que possui. “Ele se desfaz de alguma posição quando acha que a companhia não tem mais como se valorizar ou quando houve algum erro na sua avaliação”, diz Rui Tabakov, que organizou um seminário sobre investimentos que abordará vários aspectos da estratégia de Buffett e ocorrerá no início de setembro em São Paulo.

Não diversificar
Um dos conselhos mais repetidos no mundo dos investimentos é o que diz que a melhor forma de reduzir riscos é diversificar suas aplicações. Buffett pensa o contrário. Para ele, o risco aumenta quando se investe em muitas empresas, porque é impossível ter informações detalhadas sobre todas elas. “Diversificação é uma proteção contra a ignorância e não faz muito sentido para aqueles que sabem o que estão fazendo”, diz ele, que mantém quase todo o seu patrimônio aplicado nas ações da Berskhire Hathaway. Até aqui, essa estratégia transformou Buffett no homem mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em 62 bilhões de dólares.

Por Giuliana Napolitano – 21/08/2008

Comento: O Mestre está nos ensinando. Aprenda a investir com Warren Buffett. Faça. Abaixe a cabeça e pare de inventar moda. Investir é para ser chato mesmo. Quer emoção? Vá a um parque de diversões.

Essa ideia de que investir deve ser divertido é a razão da derrota de muitos investidores.

Pequei esse texto em www.financenter.com.br

Veja na Exame

Veja mais no link: http://josuesilva.wordpress.com/2009/05/21/as-licoes-de-warren-buffett/

Invista tempo em aprender.

Ninguém sabe tudo. Aproveite seu tempo para aprender. Outra coisa, o tempo premia os disciplinados.

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Mercado de capitais

Enquanto vamos falando de Educação Financeira é preciso que se entenda que existem diversas formas de investimento.

Controlar as finanças é um degrau para se chegar ao objetivo de investir o que se conseguiu poupar.

Dentre as dezenas de possibilidades, vou postar abaixo as opções existentes.

Mercado de capitais

Ao escolher o investimento o perfil do investidor deverá ser levado em consideração. Tradicionalmente a classificação é entre:

  • Conservador – Indivíduo que tem completa aversão ao risco e busca investimentos super seguros como poupança e renda-fixa;

  • Moderado – Indivíduo que aceita correr algum risco mas ‘diversifica’ entre produtos mais arriscados (opções, ações e fundos de ações) e renda fixa e poupança;

  • Agressivo – Indivíduo que está disposto a correr riscos em busca de retornos mais significativos.

Antes de falar dos produtos financeiros é bom lembrar que essa conta deve ser sempre levada em consideração. O investidor precisa pensar todo o tempo em Risco x Retorno. Essas duas variáveis são inversamente proporcionais. Quanto maior o risco, maior a possibilidade de retorno e vice-versa.

Uma corretora é uma instituição que intermedia os negócios entre o investidor e a bolsa de valores. Para se investir em ações é necessário abrir uma conta em uma corretora autorizada a funcionar pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e que esteja regularizada junto à BM&FBovespa (Resultado da fusão da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias e Futuros).

Os produtos que uma corretora ou boutique de investimentos oferecem são:

  • Compra e venda de ações;

  • Compra e venda de opções;

  • Compra e venda de Títulos do Tesouro Nacional (Tesouro Direto);

  • Cotas de fundos de investimentos;

  • Aplicação em mercado futuro com mercadorias, moedas, metais, índices e outros.

O profissional que atua em uma corretora de valores mobiliários é habilitado pela CVM que é quem fiscaliza e regulamenta o mercado de capitais no Brasil. Para oferecer ao cliente boas condições de tomada de decisão o corretor/consultor precisa estar atento aos movimentos do mercado e gozar de sólido conhecimento do assunto.

Investir em ações e/ou qualquer investimento com um maior grau de risco vai exigir coragem e estômago para resistir a perdas possíveis, mas é compensador. Todo ganho tem seus sacrifícios. Nesse caso os sacrifícios são alguns: incerteza, busca por conhecimento, apostar na economia no futuro, abrir mão de consumo imediato para garantir um futuro melhor.

Para começar no mercado financeiro sugiro buscar informações. Tem que fuçar mesmo. Leia livros, faça cursos. Entre no site da bolsa e faça o cursinho on line de introdução ao mercado.

Me mande e-mails, vamos conversar. A gente se ajuda e crescemos. O mercado é cheio de possibilidades. Eu e você podemos ser mais prósperos amanhã.

Navegue por outros posts mais antigos. Buscar conhecimento é essencial para tomar decisões com menores possibilidades de erros em um mercado completamente irracional. Veja http://clebermiranda.wordpress.com/2007/08/22/as-tres-regras-da-fortuna/.

Segue aqui dicas em vídeo sobre:

Poupança e CDB:

 

Investimento na Bolsa:

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Economia brasileira crescendo como nunca

Vejam abaixo matéria que peguei no financenter.com.br, a matéria original é do Valor

Sustentar o crescimento Algo extraordinário está acontecendo na economia brasileira.
Aparentemente, rompemos o padrão anterior de recuperação e crise cíclicas em 2005. Desde o início de 2006, a economia brasileira vem acelerando o crescimento, saindo do patamar de 3% ao ano para 5% ao ano. Neste ano que se encerra, o PIB deverá crescer mais do que 5% e o fluxo de geração de novos empregos está crescendo 25%, com acréscimo de cerca de 2 milhões de novos empregos formais. O mais relevante é que, desde início de 2004, enquanto o PIB cresceu 15%, a formação bruta de capital fixo cresceu 36%, e com sinais claros de aceleração no período mais recente, o que afasta os perigos de uma aceleração da inflação. Neste processo de aceleração do crescimento podemos perceber algumas mudanças estruturais significativas e deslocamentos nas expectativas de longo prazo do empresariado nacional.
Do ponto de vista estrutural, o dado mais significativo é que a composição da demanda agregada mudou no sentido de maior abertura comercial da economia brasileira. Enquanto as exportações cresceram cerca de 122%, desde o início de 1999, o PIB cresceu 33% no mesmo período. Isto tem diversos significados de extrema importância. Primeiro, abrimos mais a porteira através da qual o Brasil pode trazer para dentro a fronteira tecnológica, através da ampliação das importações, com possibilidades de acelerar o aumento de produtividade nos próximos anos. Segundo, invertemos a tendência dos últimos vinte anos e integramos mais o país ao comércio mundial, cujo dinamismo tem sido a locomotiva do crescimento econômico. Terceiro, ampliando o setor de produção de bens comercializáveis, tornamos a economia brasileira menos vulnerável às súbitas paradas no fluxo de capital do exterior, que vinham sendo sistematicamente a causa das crises cíclicas mostradas no gráfico abaixo. Quarto, com a ampliação da participação das importações na oferta total de bens, tornamos a nossa economia menos suscetível à inflação de demanda, podendo, portanto, o Banco Central conduzir a política monetária com maior flexibilidade.

 

 


 

Uma vez iniciada a aceleração, é preciso construir os pré-requisitos fundamentais para sustentar o crescimento, e há ainda um longo caminho a trilhar

 


 

Está havendo também uma mudança estrutural no sistema de financiamento, com uma verdadeira revolução no mercado de capitais. Apesar da “heróica” resistência do Banco Central e do sistema de crédito bancário, a superoferta de poupança externa, ou a escassez global de ativos, vem reduzindo, dramaticamente, o custo do financiamento de investimentos através da expansão do mercado de capitais (debêntures, securitização de recebíveis e direitos creditórios, emissão de ações, fundos de investimento em participações etc). Em outras palavras, o mercado de capitais está dando um “bay pass” no sistema gerador de altas taxas de juros, ampliando a captação de recursos via instrumentos alternativos de dívida, ações e capital próprio. Neste ano, as operações de debêntures, fundos de investimento em participações e emissões de ações deverão ultrapassar R$ 130 bilhões. Apenas pequena parte destes recursos convertem-se em novos investimentos produtivos, mas, para se ter uma idéia da magnitude, basta lembrar que a formação bruta de capital fixo no ano alcançou R$ 385 bilhões.

Os ciclos longos de expansão são sempre liderados por alguns setores que puxam os demais e por mudanças que provocam expansão da demanda real na economia. Em regra, os candidatos a setores líderes são aqueles que ficaram muito defasados no período anterior ou associados a inovações tecnológicas. Neste sentido, já estão ocorrendo deslocamentos das percepções de oportunidades de investimentos lucrativos em setores como habitação, infraestrutura física e educação, onde acumulamos enormes déficits nas últimas duas décadas. O mesmo está ocorrendo nos setores de energia e associados à tecnologia de informação, onde as inovações deverão ter impactos significativos, elevando a lucratividade. Existem também deslocamentos trazidos pelo sucesso das estratégias de crescimento da Ásia, particularmente da China e Índia, e são direcionados ao setor agropecuário. Assim, já é perceptível deslocamentos nas expectativas dos empresários em relação às oportunidades de investimentos.

É importante lembrar também que a aceleração do crescimento neste ano resultará em elevação da lucratividade das empresas e, se ela persistir nos próximos anos, as elevadas taxas de juros deixarão de ser obstáculos maiores ao financiamento dos investimentos, pois em regra os fundos internos participam com mais do que dois terços dos recursos destinados a investimentos produtivos das empresas não-financeiras. Taxa de juros elevada será mais um problema de natureza fiscal e cambial, por provocar desestabilização na conta de capitais, que cria obstáculo ao investimento.

As experiências históricas de crescimento acelerado por décadas mostram que o período de transição da estagnação ou semi-estagnação para este crescimento acelerado pode levar cinco anos para se consolidar. A aceleração inicial tem as causas mais variadas. No caso brasileiro tem sido um fantástico choque positivo nos termos de troca e oferta abundante de recursos internacionais a taxa de juros bastante baixa. Uma vez iniciada a aceleração, é preciso construir os pré-requisitos fundamentais para a sustentação do crescimento: elevação da taxa de investimento, desenvolvimento de mecanismos que evitem a apreciação da taxa de câmbio e que tragam estabilidade e reformas institucionais, removendo os obstáculos aos investimentos. Percorremos dois anos de aceleração, mas há ainda um longo caminho a trilhar.
Yoshiaki Nakano, ex-secretário da Fazenda do governo Mário Covas (SP), professor e diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas – FGV/EESP, escreve mensalmente às terças-feiras.
http://www.funcex.com.br/

 

Valor Econômico

Crescer como nunca, É PRA JÁ!

Trabalho – Ratan tata

Lendo a Exame sobre Ratan Tata, um bilionário empresário indiano dono, entre outras coisas da Tata Steel, da Tata Motors e mais 94 empresas em 120 países. O cara trabalha mais de 13 horas por dia. Quase todos os grandes homens de negócios são inteiramente devotados ao trabalho intenso. E você? Quanto está disposto a trabalhar pelo seu?

O amor ao trabalho e a dedicação a ele é a marca característica de grandes realizadores mundo afora.

No Brasil a ênfase está em criar centenas de ‘direitos’ enforcando e matando a iniciativa empreendedora.

Jovens não estão devidamente estimulados a produzir. Temos muito o que mudar.

A gente não trabalha por boniteza, mas produzir e melhorar a vida das pessoas é muito bom e prazeroso.

É PRA JÁ!

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