Saiba TUDO sobre a Poupança e CDB

POUPANÇA

O investimento na poupança, também conhecida como Caderneta de Poupança é o investimento mais popular do Brasil.

Esse investimento de Renda Fixa é padronizado em todos os bancos e rende exatamente a mesma coisa, seja num banco público ou privado, banco grande ou numa cooperativa de crédito.

A poupança NÃO é garantida pelo governo. Isso é um mito. A poupança, assim como outros instrumentos financeiros, é garantida pelo FGC.

FGC

FGC – Fundo Garantidor de Crédito. Garante investimentos até R$ 250 mil por cpf e por instituição financeira.

O ideal é ir diversificando os investimentos entre instituições. Não colocamos todos os ovos na mesma cesta.

A diversificação é sempre uma boa estratégia de diluição dos riscos dos investimentos.

Sim. Mesmo investimentos em renda fixa possui algum risco.

 

Quer saber mais sobre a poupança?

Além da poupança o vídeo ainda apresenta algumas dicas sobre CDB.

Uma boa forma de poupar é através da POUPANÇA DE 52 SEMANAS.

 

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Cartão de Crédito

Você que está lendo essa postagem provavelmente tenha cartão de crédito. O chamado dinheiro de plástico se popularizou largamente nos últimos anos e algumas bandeiras nem mesmo exigem comprovação de renda.

Ele é um instrumento de crédito que é bom e ruim ao mesmo tempo. Há uma postagem chamada “A Fatura vai chegar” logo aqui abaixo.

Bom porque tem flexibilidade, permite comprar com maior rapidez sem a burocracia da aprovação de crédito do CDC por exemplo.

E ruim para quem não efetua o pagamento integral da fatura. Os juros do financiamento do saldo do cartão de crédito é mais alto que os do cheque especial figurando no topo os juros mais absurdos praticados no mercado.

As maiores bandeiras que operam no Brasil são Visa e Mastercard.

CARTÃO DE CRÉDITO

O Cartão de crédito é inegavelmente um instrumento de crédito que facilita a vida no dia-dia. Poder comprar sem usar dinheiro é mais seguro. O famoso dinheiro de plástico é universalmente aceito em todos os ramos da economia e notadamente no varejo.

Qualquer quitanda, lanchonete, loja de roupas, posto de gasolina aceitam essa modalidade de pagamento.

Grandes bandeiras internacionais dominam o setor: Visa e Mastercard. O que nasceu de uma reunião de pessoas (clube) privativo logo virou opção de crédito para milhões de consumidores.

Todos os bancos comerciais possuem cartões de crédito. Alguns deles de várias bandeiras diferentes. As financeiras e os bancos regionais também já lançaram mão dessa modalidade de financiamento ao consumidor.

É possível falar longamente dos benefícios do cartão de crédito, porém, ele não tem apenas benefícios.

Alguns especialistas são radicais quanto ao cartão de crédito e não recomendam o seu uso. Não é o meu caso. O cartão de crédito, se bem utilizado pode ser seu aliado.

Os cuidados:

  • O primeiro cuidado é não pensar que o cartão de crédito seja dinheiro. Seu limite do cartão não significa que você possui aqueles recursos (o mesmo vale para o cheque especial);
  • Acompanhe os gastos para saber se cabem no orçamento;
  • Verifique a data de vencimento e aproveite a possibilidade de até 40 dias para pagar comprando alguns dias antes do vencimento da fatura;
  • Evite possuir muitos cartões para evitar tentações e confusões;
  • Não coloque o cartão em débito automático, é importante verificar na fatura se não há cobranças indevidas ou taxas que você não contratou;
  • Não permita que a fatura do cartão de crédito seja a sua maior despesa do mês;
  • Nunca, jamais, em hipótese alguma pague o mínimo do cartão de crédito. Esse é um ponto que merece destaque. Os juros do rotativo do cartão de crédito são os mais altos do mercado. Estão acima de 10% AO MÊS. Só para fazer uma comparação a Taxa Selic está hoje em 8,25% AO ANO (2010). Essa taxa é uma monstruosidade e uma verdadeira ‘fábrica de empobrecimento’.

Quando se está no shopping center fazendo compras e se divertindo muito cuidado com a ilusão de poder que o cartão e outros instrumentos de crédito proporcionam. A fatura uma dia vai chegar. Em geral você até sabe o dia dela chegar.

Veja outros textos sobre CARTÃO DE CRÉDITO clicando AQUI.

#EducaçãoFinanceira #Poupança #Riqueza #IndependênciaFinanceira

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O milionário mora ao lado

Estou finalmente lendo O Milionário Mora ao Lado de Stanley e Danko. Já conhecia o livro, os autores e o estudo e mesmo assim nunca tinha lido.
É incrível ver estatisticamente provado que só é possível acumular riqueza levando uma vida um pouco abaixo do que se poderia. Viver aquém das possibilidades da nossa renda.

Veja vídeo em que falo do livro:

Frugal
Frugal. Essa devia ser uma palavra ensinada nas escolas, no entanto, é um palavrão para muita gente. Frugalidade. Viver abaixo dos seus meios.
O livro é ótimo.. Tem muitas estatísticas brasileiras para comprovar o que os autores já constataram nos USA.O_Milionario_Mora_ao_Lado
De repente aquele vizinho que anda de roupas simples, carro usado não tem nada que chame muita atenção é mais rico do que você imagina.
O estilo de ostentação tão presenta da cultura pop de hoje em dia só beneficia a bancos e vendedores de artigos de luxo.
Para se tornar independente financeiramente você vai precisa viver um pouco abaixo dos seus meios de vida e poupar sempre.Essa vai se tornar uma linha de atuação desse blog, alertando para o consumo consciente e para um consumo que te permita se tornar independente, realizar os seus sonhos e não depender do trabalho para viver.

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Estatísticas Brasileiras – Assustador

Mais da metade da população depende dos cofres públicos

Segundo levantamento realizado por Maristella Ansanelli, economista-chefe do Banco Fibra (banco de médio porte com sede em São Paulo e que pertence a família Steinbruch – também dona do Grupo Vicunha), a população brasileira está cada dia mais dependente dos cofres públicos para movimentar a economia.

Matéria de Stênio Ribeiro, da Agência Brasil, explica que de acordo com as contas de Maristella Ansanelli, são 11,6 milhões de brasileiros cadastrados no programa Bolsa Família, mais 26,6 milhões de aposentados e pensionistas e cerca de 10 milhões de funcionários públicos nos três níveis de governo.

Supondo que uma família média é composta por quatro pessoas, no caso do Bolsa Família, o funcionalismo público atende em média a duas pessoas e os aposentados e pensionistas contam por uma pessoa apenas, num cálculo conservador.

Numa estimativa grosso modo, isso dá em torno de 93 milhões de pessoas, ou mais de 50% da população brasileira, que recebem renda diretamente do governo. Por essa razão, os indicadores de vendas no varejo passaram praticamente incólumes nos últimos meses.

Cidades não monitoram qualidade da água distribuída à população

Pesquisa realizada em 1.907 muncipios brasileiros pelo PMSS (Programa de Modernização do Setor Saneamento), que tem apoio do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e é executado pelo Ministério das Cidades, revelou que embora o controle da qualidade da água que chega às casas seja obrigação legal das empresas de abastecimento, muitas assumem que não conseguem cumprir as normas federais.

Das 1.296 cidades que responderam a uma pergunta do questionário sobre o cumprimento das normas, em mais da metade (657) as empresas responsáveis pelo serviço de água afirmam que têm grande dificuldade para realizar as análises determinadas pelo Ministério da Saúde.

As companhias argumentam que faltam equipamentos de laboratório e recursos financeiros. Em 40% dos casos, não há laboratórios dentro da cidade, o que obriga a enviar amostras a municípios vizinhos. Além disso, grande parte aponta como um empecilho grave o número reduzido de funcionários (39%) e a falta de pessoal qualificado (26%).

Cabe às secretarias municipais de saúde cobrar o cumprimento dessas normas pelas empresas de abastecimento, refazendo análises e exigindo relatórios. Porém, o estudo do PMSS com 803 dessas secretarias indica que menos de um quinto das cidades com até 20 mil habitantes têm profissionais que trabalham exclusivamente na área. Nos municípios com mais de 500 mil habitantes (na amostra pesquisada, eram 26), metade conta com profissionais especializados.

Ao todo, 51% das secretarias municipais de saúde dizem que os investimentos de sua cidade em vigilância da qualidade da água são insuficientes.

Comento: Outro dia vi uma informação de que menos de 50% dos  brasileiros tem conta corrente em banco e que menos de 30% tem acesso a esgoto tratado. Assustador.

Veja abaixo um link para o Miniature Earth, iniciativa de Donella Meadows que traz algumas inquietantes informações sobre a pobreza no mundo.

http://clebermiranda.wordpress.com/wp-admin/post.php?action=edit&post=12

Eu prefiro sempre falar de prosperidade, mas, tem horas, que vale a pena ficar com o coração grato pelo que temos e já conquistamos na vida, ou como diz o texto de Donela “Apreciate what you have and do your best for a better world”, “Aprecie o que você tem e dê o seu máximo para um mundo melhor”.

Educação para o crédito

Esse é um comentário do Blog do Crédito do Fernando Blanco, o link dele está ao lado no blog roll:

http://blogdocredito.wordpress.com/2009/07/10/in-obama-i-trust-part-iii/#comments

Julho 15, 2009 at 5:52 pm

Prezado Leandro,

A sua reflexão sobre a discussão econômica na mídia é algo que me intriga também – só que não é só na mídia.

Ao entrar em qualquer livraria, ao se deparar com os livros em destaque você notará um grande números de livros na linha do “Como ficar rico na bolsa” ou “Invista como Warren Buffet”.

Eu deploro isso. Na minha visão, o que está por trás deste processo é a vontade de se ganhar dinheiro fácil. E o pior é que não existe dinheiro fácil na bolsa – quem ganha fácil é porque teve sorte. Os campeões deste mercado ganham mais do que perdem e no longo-prazo.

Eu sou um autodenominado evangelizador da cultura do crédito. Falo sozinho, não é? Quem mais procura explicar como funciona este instrumento, este mercado? Para falar sobre bolsa tem fila de especialista.

E se tem muita oferta de guru, livro, blog, programa e notícia na mídia é porque…tem consumidor, tem ouvinte e leitor.

Eu tenho uma visão que a imensa maioria dos brasileiros não tem interesse em crédito – acham que “é assim mesmo e não tem solução” e “que banco é tudo igual”. Então, quando surge alguém falando sobre o tema não ninguém dá bola. E pagam juros altos…

Quanto à economia real, acho que há bastante espaço, mas nada comparável com o mundo maravilhoso das bolsas.

O que você chama de fomento de mais debate é o que eu chamo, por exemplo, de educação creditícia, i.e. capacitar o cidadão para que não seja lesado por juros tão altos. E em nosso país há espaço para um grande número de programas/debates voltados à capacitação, pois este é uma nação que nunca investiu em educação (em qualquer nível)…

Obrigado pela contribuição + abraços,
F.

Grande Fernando. Muito bom seu comentário.

 

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Troca de dívida

Troca de dívida é saída para quem está enforcado no cheque especial ou cartão

Algumas modalidades de crédito bastante populares como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito possuem um elevado custo financeiro, ou seja, possuem juros muito altos. Os juros dessas duas modalidades de crédito são os mais altos entre todas as demais possibilidades de crédito existentes.

 

Sophia Camargo

Com a nova queda da taxa Selic é uma boa hora para trocar as dívidas com juros altos por outra com juros mais baixos. A estratégia é excelente especialmente para quem tem dívidas com altas taxas de juros, como cheque especial e cartão de crédito.

Para se ter uma ideia do alívio que isso representa para o consumidor, vamos tomar por exemplo alguém que estivesse devendo R$ 1.000,00 no cheque especial a uma taxa mensal de 9%. Segundo os cálculos do professor de matemática financeira José Vieira Dutra Sobrinho, se essa pessoa apenas pagasse os juros desembolsaria, por mês, R$ 90,00 sem que, no entanto, o montante de R$ 1.000,00 deixasse de existir. Se deixasse de pagar a dívida e esta se acumulasse, ao fim de 18 meses estaria devendo R$ 4.717,20!

Encontre Educação Financeira por aí na internet:

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