Os perigos do Cartão de Crédito

CARTÃO DE CRÉDITO

O Cartão de crédito é inegavelmente um instrumento de crédito que facilita a vida no dia-dia. Poder comprar sem usar dinheiro é mais seguro. O famoso dinheiro de plástico é universalmente aceito em todos os ramos da economia e notadamente no varejo.

cartao de credito
Cartão de Crédito

Qualquer quitanda, lanchonete, loja de roupas, posto de gasolina aceitam essa modalidade de pagamento.

Grandes bandeiras internacionais dominam o setor: Visa e Mastercard. O que nasceu de uma reunião de pessoas (clube) privativo logo virou opção de crédito para milhões de consumidores.

Todos os bancos comerciais possuem cartões de crédito. Alguns deles de várias bandeiras diferentes. As financeiras e os bancos regionais também já lançaram mão dessa modalidade de financiamento ao consumidor.

É possível falar longamente dos benefícios do cartão de crédito, porém, ele não tem apenas benefícios.

Alguns especialistas são radicais quanto ao cartão de crédito e não recomendam o seu uso. Não é o meu caso. O cartão de crédito, se bem utilizado como orienta Reinaldo Domingos em Terapia Financeira, pode ser seu aliado.

Os cuidados

•O primeiro cuidado é não pensar que o cartão de crédito seja dinheiro. Seu limite do cartão não significa que você possui aqueles recursos (o mesmo vale para o cheque especial);
•Acompanhe os gastos para saber se cabem no orçamento;
•Verifique a data de vencimento e aproveite a possibilidade de até 40 dias para pagar comprando alguns dias antes do vencimento da fatura;
•Evite possuir muitos cartões para evitar tentações e confusões;
•Não coloque o cartão em débito automático, é importante verificar na fatura se não há cobranças indevidas ou taxas que você não contratou;
•Não permita que a fatura do cartão de crédito seja a sua maior despesa do mês;
•Nunca, jamais, em hipótese alguma pague o mínimo do cartão de crédito. Esse é um ponto que merece destaque. Os juros do rotativo do cartão de crédito são os mais altos do mercado. Estão acima de 10% AO MÊS. Só para fazer uma comparação a Taxa Selic está hoje em 8,25% AO ANO (2010). Essa taxa é uma monstruosidade e uma verdadeira ‘fábrica de empobrecimento’.

Quando se está no shopping center fazendo compras e se divertindo muito cuidado com a ilusão de poder que o cartão e outros instrumentos de crédito proporcionam. A fatura uma dia vai chegar. Em geral você até sabe o dia dela chegar.

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CARTÃO DE CRÉDITO

O Cartão de crédito é inegavelmente um instrumento de crédito que facilita a vida no dia-dia. Poder comprar sem usar dinheiro é mais seguro. O famoso dinheiro de plástico é universalmente aceito em todos os ramos da economia e notadamente no varejo.

Qualquer quitanda, lanchonete, loja de roupas, posto de gasolina aceitam essa modalidade de pagamento.

Grandes bandeiras internacionais dominam o setor: Visa e Mastercard. O que nasceu de uma reunião de pessoas (clube) privativo logo virou opção de crédito para milhões de consumidores.

Todos os bancos comerciais possuem cartões de crédito. Alguns deles de várias bandeiras diferentes. As financeiras e os bancos regionais também já lançaram mão dessa modalidade de financiamento ao consumidor.

É possível falar longamente dos benefícios do cartão de crédito, porém, ele não tem apenas benefícios.

Alguns especialistas são radicais quanto ao cartão de crédito e não recomendam o seu uso. Não é o meu caso. O cartão de crédito, se bem utilizado pode ser seu aliado.

Os cuidados:

  • O primeiro cuidado é não pensar que o cartão de crédito seja dinheiro. Seu limite do cartão não significa que você possui aqueles recursos (o mesmo vale para o cheque especial);
  • Acompanhe os gastos para saber se cabem no orçamento;
  • Verifique a data de vencimento e aproveite a possibilidade de até 40 dias para pagar comprando alguns dias antes do vencimento da fatura;
  • Evite possuir muitos cartões para evitar tentações e confusões;
  • Não coloque o cartão em débito automático, é importante verificar na fatura se não há cobranças indevidas ou taxas que você não contratou;
  • Não permita que a fatura do cartão de crédito seja a sua maior despesa do mês;
  • Nunca, jamais, em hipótese alguma pague o mínimo do cartão de crédito. Esse é um ponto que merece destaque. Os juros do rotativo do cartão de crédito são os mais altos do mercado. Estão acima de 10% AO MÊS. Só para fazer uma comparação a Taxa Selic está hoje em 8,25% AO ANO (2010). Essa taxa é uma monstruosidade e uma verdadeira ‘fábrica de empobrecimento’.

Quando se está no shopping center fazendo compras e se divertindo muito cuidado com a ilusão de poder que o cartão e outros instrumentos de crédito proporcionam. A fatura uma dia vai chegar. Em geral você até sabe o dia dela chegar.

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O milionário mora ao lado

Estou finalmente lendo O Milionário Mora ao Lado de Stanley e Danko. Já conhecia o livro, os autores e o estudo e mesmo assim nunca tinha lido.
É incrível ver estatisticamente provado que só é possível acumular riqueza levando uma vida um pouco abaixo do que se poderia. Viver aquém das possibilidades da nossa renda.

Veja vídeo em que falo do livro:

Frugal
Frugal. Essa devia ser uma palavra ensinada nas escolas, no entanto, é um palavrão para muita gente. Frugalidade. Viver abaixo dos seus meios.
O livro é ótimo.. Tem muitas estatísticas brasileiras para comprovar o que os autores já constataram nos USA.O_Milionario_Mora_ao_Lado
De repente aquele vizinho que anda de roupas simples, carro usado não tem nada que chame muita atenção é mais rico do que você imagina.
O estilo de ostentação tão presenta da cultura pop de hoje em dia só beneficia a bancos e vendedores de artigos de luxo.
Para se tornar independente financeiramente você vai precisa viver um pouco abaixo dos seus meios de vida e poupar sempre.Essa vai se tornar uma linha de atuação desse blog, alertando para o consumo consciente e para um consumo que te permita se tornar independente, realizar os seus sonhos e não depender do trabalho para viver.

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Cartão de crédito – o vilão do endividamento

Reproduzo post da Silvia Alembert do wikisite Dinheiro é Bom e Eu Gosto do Limão:

Novamente o cartão de crédito é o vilão do endividamento.

Sem nenhum planejamento financeiro, com o desemprego batendo à porta, com a tentação das propagandas incentivando compras a prazo (e longos prazos…), não dava para visualizar outro cenário, a não ser este descrito abaixo.

E de novo o ensinamento: “Se você não tem dinheiro para comprar à vista, você não pode comprar de jeito nenhum!”

Cartão de crédito é o maior vilão do endividamento

Marinella Castro – Estado de Minas

20.07.2009

Nos últimos cinco anos, o peso das compras parceladas engoliram o orçamento do consumidor, sendo responsável por quase 70% das contas em atraso. O cartão de crédito é o principal vilão do índice. De 2004 para cá, o dinheiro de plástico ganhou espaço, competindo com o cheque e o crediário. Mas a facilidade de fazer prestações, para adquirir desde eletrodomésticos até alimentos e serviços do salão de beleza, chegou com o descontrole das finanças. No período, o peso dessa forma de pagamento quase dobrou no comprometimento do orçamento doméstico, saltando de um percentual de 20% para 37%. Entre as dívidas do consumidor, o cartão passou da quinta colocação no ranking das contas em atraso para o primeiríssimo lugar, ultrapassando com folga até mesmo os atrasos com as contas de luz, que historicamente têm ocupado posição de destaque no pódio do desequilíbrio financeiro.
 

Juntas, as dívidas com os cartões de crédito, o chamado private label (cartão de lojas) e as prestações em geral respondem por mais de 67% das contas em atraso. Os dados comparativos estão no Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido em junho de 2004 e junho deste ano, pela Fundação Ipead/UFMG, em parceria com a Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio-MG).

Em junho de 2004, o cartão de crédito aparece entre as cinco maiores dívidas do brasileiro. Daí em diante o movimento é ascendente. Em 2006, a modalidade ganha duas posições, ocupando o terceiro lugar, e este ano dispara como líder absoluto. “O planejamento e a educação financeira não chegaram com a mesma velocidade que a ampliação do crédito, e é aí que está o risco”, comenta a coordenadora do Departamento de Economia da Fecomércio-MG, Silvânia Araújo. Segundo ela, o despreparo do brasileiro para administrar o crédito aparece em diversas faixas de renda, sendo pago com elevadas taxas de juros. “O crédito é importante, mas, se não é planejado, tem um lado perverso.”

A vendedora Ivani Dutra Ribeiro está a procura de um novo emprego. Enquanto isso, tenta equilibrar as finanças com o auxílio do crédito. Hoje, a vendedora tem um cartão comercial e um private label, mas o número de bandeiras em sua carteira já foi maior. Ela decidiu reduzir a quantidade exatamente para cortar gastos. “O cartão é muito bom pela facilidade de comprar com prazos. O risco é que a gente gasta um dinheiro que não tem. Já fiquei descontrolada algumas vezes e agora presto atenção.” Para pagar as contas em dia, a consumidora entrou em uma espécie de ciranda. “Saco dinheiro de um cartão para pagar o outro. Assim não atraso as contas”, explica.

A facilidade para comprar pagando com um dinheiro que muitas vezes não tem em caixa fez o número da inadimplência crescer. Apesar disso, os cartões de crédito ainda têm espaço a conquistar. “As altas taxas de juros compensam a inadimplência. Os últimos números do setor mostravam que cerca de dois terços da população economicamente ativa ainda não têm cartão de crédito”, comenta Miguel José de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Entre as dívidas que mais pesam no orçamento doméstico, despesas básicas têm destaque. O aluguel perdeu espaço, entre 2004 e 2009, reduzindo seu peso no orçamento doméstico de 13% para 4%. O uso da água também está mais programado e o peso do item foi reduzido no período de 34% para 19%. Já a conta de luz continua pesando no endividamento das famílias. “Existe um espaço entre o atraso da conta e o corte do serviço, daí a liderança do item”, lembra Silvânia Araújo. Ela ressalta também o crescimento do consumo de eletrodomésticos nos últimos anos.

Câmara aprova educação financeira nas aulas de matemática

Leia no UOL Educação:
Agora vamos precisar ensinar aos professores para eles repassarem para a garotada. Muito boa iniciativa.
Cléber Miranda - Educação Financeira
Cléber Miranda – Educação Financeira

Livre-se do cheque especial

O que é cheque especial? É um dinheiro do banco disponível na sua conta (limite) e que você acha que é seu.

É um dos créditos mais caros do mercado. Milhões de pessoas usam cheque especial todos os dias. O que era para ser usado em caso de emergências vira solução de crédito.

Dêem uma olhada no vídeo abaixo que eu copiei do blog do amigo Fernando Blanco.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2008/09/08/0402306ED8B90326.jhtm?cheque-especial-brasileiros-acumulam-divida-de-r20-bi-0402306ED8B90326

 

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Sete itens para você avaliar antes de se endividar

Sophia Camargo

Em tempos de crédito farto, em que o dinheiro praticamente bate à nossa porta, é preciso ser forte para resistir à tentação de pagar juros por algo que não é necessário só porque está disponível e fácil de usar.

O consultor de finanças pessoais Louis Frankemberg é incisivo quando diz que a qualidade de vida e o pagamento de juros são grandezas inversamente proporcionais. Ou seja, quem paga muitos juros tem pouca qualidade de vida.. Para o especialista, as pessoas ainda não se deram conta de quanto é verdadeira essa afirmação. “Uma coisa é dizer que posso gastar uma parte do meu salário com lazer e outra é dizer que vou gastar com pagamento de dívidas”, diz ele.

Para aumentar sua qualidade de vida, preparamos este roteiro com sete itens que farão você refletir se está na hora se endividar.

Passo 1. Avalie a urgência da compra
O conselho do professor Fabio Gallo, que dá aulas de Finanças na PUC e na FGV em São Paulo, é que antes de se deixar envolver por apelos do tipo “você merece” ou “realize todos os seus sonhos”, responda com sinceridade à seguinte pergunta: eu preciso fazer esta compra ou eu apenas quero?

Passo 2. Faça o planejamento financeiro
Ainda que precisar, não se endivide sem antes planejar o orçamento doméstico. É fundamental saber quanto é possível gastar sem comprometer as despesas fixas como conta de água, luz, telefone, escola, plano de saúde, etc., devendo ainda deixar uma reserva para emergência.

Passo 3. Verifique qual a sua capacidade de endividamento e não ultrapasse este limite
Não adianta gastar mais do que ganha, porque depois não vai conseguir pagar. “Descubra qual é a sua capacidade de endividamento, que não é um número fixo para todas as pessoas. Uma vez definida, não deve ser ultrapassada de forma alguma”, diz o professor Gallo. Em financiamentos da casa própria, por exemplo, os bancos não costumam aceitar um comprometimento da renda superior a 25%. Este poderia ser um parâmetro para outros endividamentos.

Passo 4. Prefira sempre pagar à vista
Outro aspecto importante é avaliar se a necessidade da compra é imediata ou se dá para esperar um pouco. Se der, tente seguir a regra de ouro para nunca ficar endividado: primeiro poupe, depois compre. “O ideal seria nunca precisar de crédito”, diz o professor Gallo. O conselho faz todo o sentido quando lembramos que, junto com o crédito, vem também o pagamento dos juros. “E o Brasil continua a ocupar a posição nada honrosa de segundo país com juros mais altos do mundo”, lembra o professor.

Passo 5. Peça descontos
Segundo Louis Frankemberg, no Brasil as pessoas não têm o hábito de pagar à vista, nem de fazer o planejamento financeiro. Por isso, gastam em média 20% do que ganham com juros. O ideal seria pagar à vista e pedir desconto. “Se a loja te oferece 5% de desconto à vista, as pessoas desprezam, mas é um ótimo negócio. Que aplicação financeira rende 5% na hora?”
Além disso, não se deve ter vergonha de pechinchar. Pesquise os preços e peça descontos. Prefira comprar com quem oferece um abatimento no preço. Se o lojista divide o preço à vista em seis vezes no cartão, é claro que há juros embutidos no preço. Exigir o desconto mostra inteligência.

Passo 6. Cuidado com cheques pré-datados
Outro erro é sair por aí passando cheques pré-datados sem controle. Para quem tem um salário que não é elástico, deve pesar cada real antes de gastar. “No primeiro mês você está devendo para um ou dois. No segundo mês, já deve para três ou quatro. No quarto ou quinto mês, logicamente você já perdeu a conta de quanto está devendo”, resume Frankemberg.

Passo 7. Fuja do crédito rotativo do cartão de crédito
O cartão de crédito é um risco à parte. Nunca se deve consumir demais e começar a pagar só o mínimo, porque os juros fazem a dívida se multiplicar em pouco tempo. Quando isso acontece, dificilmente a pessoa consegue pagar a dívida sem ter que se desfazer de algum bem ou solicitar outro empréstimo. “É uma das piores formas de financiamento”, diz Gallo.

Quem põe em prática o planejamento financeiro, pode até realizar os desejos do “eu quero”, sem comprometer o orçamento. Como lembra o professor Gallo, administrar o dinheiro que se tem, seja muito ou pouco, não é uma técnica de pão-durismo, mas uma forma de fazer com que o dinheiro trabalhe sempre a seu favor.

Se você ficou com alguma dúvida sobre este assunto, não deixe de nos enviar sua pergunta.

Finanças pessoais

Eu estou muito envolvido em um projeto de finanças pessoais.

Por muitos motivos isso me interessa. Eu vejo como as pessoas são escravas do dinheiro e nunca o tem. Não entendem como funciona. Nós brasileiros acreditamos em ‘ganhar’ dinheiro, enquanto que os americanos acreditam em FAZER dinheiro. Isso faz toda a diferença.

Uma postura proativa em relação às suas finanças já é alguma coisa.

Lembre-se quem deve cuidar do seu dinheiro é você.

Não espere ganhar mais. Aqui vai a primeira dica:

  • Não importa o quanto você ganha, mas o que você faz com o que você ganha.

  • Pague suas dívidas. Honre os seus compromissos.

  • Viva com o que você tem.

  • Cuidado com as armadilhas do crédito.

  • Fuja dos juros. Eles são uma das melhores invenções da humanidade, mas, pra quem recebe e não pra quem paga.

  • Faça contas, registre tudo o gasta, hoje mesmo fiz isso, tenho uma planilha para acompanhamento semanal das minhas despesas.

  • Poupe, no mínimo, 10% do seu ganho líquido.

Virão mais dicas por ai. Preste atenção. Prove que é capaz de cuidar de pouco que o muito vem por aí.

Cuidar do seu dinheiro pra enriquecer. Como disse Deng Xiaoping, ex-líder chinês, enriquecer é glorioso.

É PRA JÁ!