Lei da Atração para dinheiro?

o segredo
O Segredo

Você acredita na Lei da Atração (O segredo)?

Você atrai aquilo que ocupa a sua mente a maior parte do tempo. Isso é parecido com pensamento positivo. Querer o melhor e esperar o melhor faz com que seu comportamento se modifique. Isso pode levar a pequenas ou grandes mudanças naquilo que fazemos.

Sabemos que pequenas mudanças podem trazer grandes resultados no médio e longo prazos.

Você acha mesmo que essa coisa de que acontece na sua vida aquilo em que mais pensa (sempre)?

Eu acredito. Diversas tradições religiosas apregoam a mesma coisa.

O que ocupa a sua mente todos os dias?

Você em pensa em um monte de coisas. Você não possui total controle de tudo o que pensa. Seus sentimentos importam. Suas emoções importam.

Dinheiro
Dinheiro

DINHEIRO

Você acredita que dinheiro atrai dinheiro? A lei da atração para dinheiro. Você crê nisso?

Eu acredito. Trabalhando. Criando. Sendo produtivo. Estudando. O dinheiro é sempre consequência de se fazer alguma coisa. Fazer é só no mundo físico? Faça uma continha de juros compostos. São a maior força desse nosso mundo físico. dinheiro atrai dinheiro sim. De maneira bem objetiva.

Você acredita que dívida atrai dívida?

Perfeito. Eu acredito. Dívida atrai mais dívida. Dívida pode ser um caminho sem volta. Basta entender um pouquinho de juros compostos e as taxas de juros cobradas em cartão de crédito e cheque especial cobradas no Brasil.

Você conhece algum rico que não goste de dinheiro?

Difícil. Pode até existir gente que herdou muito dinheiro e aja com desdém com aquilo que não conquistou. Esse é um comportamento aristocrático e bem sem sentido. A pessoa pode não ligar para o dinheiro mas não vive sem ele.

A lei da atração para dinheiro pode ser sim uma realidade. Eu acredito.

 

 

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Cartão de crédito

O cartão de crédito é uma excelente ferramenta de crédito para quem sabe utilizá-lo. Facilita a sua vida, na medida em que você não precisa andar com dinheiro. Parcelamentos sem juros quando não há desconto à vista devem ser aproveitados.

O cartão caiu no gosto do brasileiro e hoje existem dezenas de bandeiras competindo com as gigantes VISA, Mastercard, Diners Club e American Express. Aqui no Espírito Santo mesmo temos umas 03 (três) bandeiras ligadas a financeiras.

As lojas e os supermercados descobriram o melhor jeito de aposentar a cadernetinha de crediário. Fizeram parcerias com empresas de cartão de crédito e colocam seus nomes nos mesmos.

Quando é bom ter cartão de crédito? Quando se tem controle financeiro suficiente para não comprar o que não precisa, nem parcelar o que não deve.

Quando o cartão não é indicado? Quando a pessoa utiliza o cartão para financiar desejos e não controla os gastos e passa a financiar as compras no ‘rotativo’.

O que é crédito rotativo? É quando você faz o pagamento mínimo ou qualquer valor abaixo do valor da fatura. Os juros dessa modalidade são os mais altos do mercado brasileiro. Lembre-se que nosso país ostenta a 1ª posição entre os maiores juros do mundo.

Observe sua fatura de cartão de crédito. Creio que está escrito assim:

Saque: 12% a.m

Rotativo: 11,5% a,m

Atraso: 9% a.m

É mais ou menos isso em todas (maior chance de ser mais).

Todo cartão de crédito tem anuidade. Você paga uma taxa anual por utilizar o cartão. Quanto melhor for o seu relacionamento com o banco, menor vai ser a sua anuidade, chegando a até mesmo não existir anuidade.

Cartão adicional para dependentes: Muito cuidado. Esposa e filhos precisam de cartão para emergências, certifique-se de que eles sabem utilizar o cartão. Monitore os gastos que vem discriminados na fatura.

Evite comprar a crédito aquilo que você pode pagar à vista com desconto. Negocie sempre. Peça desconto. Qualquer mercadoria pode ter desconto à vista. Nessas lojas de auto-serviço (tipo C&A) nunca dão desconto. O motivo é muito simples, eles ganham mais dinheiro emprestando, vendendo títulos de capitalização e com cartões de crédito que vendendo roupas. Fique de olho.

Nunca. Jamais pague o mínimo. Eu já fiz isso. Muita gente que conheço já fez também. Qual o problema? Você fez compras a prazo. Parcelou várias compras. A fatura chegou. Você resolve usar o dinheiro que ia pagar ao cartão para fazer outra coisa. Hummm. Mês que vem a fatura estará lá de novo, implacável. Ela vai discriminar suas contas que vencem nesse mês, mais o valor que deixou de pagar no mês anterior, mais os juros por ter pago o mínimo. Aperte os cintos, nesse momento precisa ter muito controle para não colocar vários meses a perder.

Pague logo.

Cuide do seu dinheiro, cuide do seu futuro.

Cléber José de Miranda

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Aprenda a investir com Warren Buffett

Todos que estão sempre por aqui sabem que Warren Buffett é meu ídolo. Simples, genial, filantropo e bilionário. Aprenda a investir com Warren Buffett. O melhor de todos tem sempre algo a nos ensinar.

Veja o que Exame publicou essa semana sobre o mago de Wall Street.

Warren Buffett
Invista como Warren Buffet

Com base em livros publicados sobre Buffett e em textos que ele próprio escreveu para apresentar os resultados de sua empresa aos acionistas, EXAME compilou algumas das principais lições do guru. Antes de lê-las, porém, vale um alerta: os conselhos não são um manual sobre como se tornar um ás do mercado financeiro. Buffett aprimorou sua estratégia ao longo de mais de quatro décadas, quando adquiriu o controle ou participações majoritárias em centenas de companhias de diferentes tamanhos — da Coca-Cola à fabricante de doces See’s Candies. Hoje, administra um patrimônio de 280 bilhões de dólares.

“Se alguém fizer um curso para aprender a jogar bola como Pelé, dificilmente vai conseguir reproduzir suas jogadas mais brilhantes. Mas é inegável que poderá se tornar um jogador melhor depois das aulas”, diz Rui Tabakov Rebouças, dono da gestora de recursos Tabakov Capital, com sede em Nova York, e ele próprio co-autor de um livro sobre as estratégias do megainvestidor, Os Ensaios de Warren Buffett (edição do autor).

Comento: As ideias são simples e diretas. Ocorre que as dicas dele estão sempre relacionadas com o tempo e com disciplina.

Ignorar análises macroeconômicas
Trinta anos atrás, ninguém poderia ter previsto o imenso impacto da Guerra do Vietnã, de duas crises do petróleo, da renúncia de um presidente, da dissolução da União Soviética (…). Diferentes choques ocorrerão nos próximos 30 anos. Não tentaremos prevê-los nem lucrar com eles”, escreveu Buffett em carta aos acionistas da Berkshire Hathaway em 1994. Ele atribui o sucesso de seus investimentos em empresas à combinação entre a análise criteriosa dos resultados e das perspectivas desses negócios e o valor de suas ações na bolsa. Seu lema é comprar bons negócios por baixos preços e, se possível, mantê-los por um longo prazo.

Comento: Ignore os analistas. Muitas das indicações de analistas possuem conflito de interesse.

Aprender a avaliar empresas
Pode parecer complicado para o pequeno investidor, mas, com alguma dedicação, é possível avaliar empresas para tentar descobrir bons negócios, segundo Buffett. Como fazer? O primeiro passo é escolher poucas empresas para acompanhar — de preferência de um ou dois setores. O conselho de Buffett é se concentrar em mercados que o investidor já conheça ou entenda. Por exemplo, alguém que passou a vida trabalhando em companhias de varejo terá mais condições de analisar supermercados e outras empresas do setor do que siderúrgicas. “Especialização e sucesso andam de mãos dadas”, escreveu Mark Tier, autor de Investimentos: Os Segredos de George Soros e Warren Buffett, publicado no Brasil pela editora Campus.

Definido o nicho, o passo seguinte é levantar informações sobre as empresas que serão analisadas. De forma geral, isso pode ser feito lendo os relatórios de análise de bancos e corretoras e os balanços anuais publicados pelas companhias abertas. Mas também vale a pena buscar informações in loco. Uma história famosa sobre Buffett conta que, em 1965, ele passou cerca de um mês contando os vagões-tanque que passavam pela ferrovia de Kansas City. Buffett não estava interessado nos trens, mas numa empresa que fabricava aditivos para a gasolina transportada nos vagões. Queria saber se a demanda pelo produto estava aumentando. Quando os carregamentos, de fato, cresceram, ele comprou ações da empresa e embolsou um ganho de mais de 60%.

A recomendação de Buffett é procurar características que diferenciem a empresa de seus concorrentes — por exemplo, custos mais baixos de produção, uma marca consolidada ou a liderança isolada de um mercado. É o que ele chama de “fosso” ou “barricada”, isto é, algo que funciona como uma barreira e deixa as demais companhias do setor distantes.

Comento: Pare de procurar pechinchas. As boas empresas possuem fundamentos sólidos.

Aproveitar a volatilidade
Uma vez que o investidor define em quais ações quer aplicar, o melhor negócio é comprá-las pelo menor preço possível. Por isso, diz Buffett, a volatilidade dos mercados é a maior aliada do “verdadeiro investidor”. São os altos e baixos das bolsas de valores que permitem que papéis de empresas atrativas sejam comprados por preços baixos. Seu raciocínio, extraído de uma carta aos acionistas em 1997, é o seguinte: assim como quem vai trocar de carro de tempos em tempos — e não é uma montadora — deve preferir que os preços dos automóveis fiquem baixos, quem pretende poupar mais do que gastar nos próximos dois ou três anos deve torcer por um mercado de baixa. “Somente aqueles que serão vendedores de ações no futuro próximo deveriam ficar felizes com sua valorização”, escreveu ele.

Pensar no longo prazo
Para conseguir ganhar com a instabilidade dos mercados, o investidor precisa, de fato, ter condições de deixar seu dinheiro aplicado por prazos longos — no caso da Berkshire Hathaway, isso significa manter uma ação em carteira por décadas. A Coca-Cola, por exemplo, faz parte de seu portfólio desde 1988. Isso não quer dizer, porém, que Buffett nunca venda as ações ou participações de empresas que possui. “Ele se desfaz de alguma posição quando acha que a companhia não tem mais como se valorizar ou quando houve algum erro na sua avaliação”, diz Rui Tabakov, que organizou um seminário sobre investimentos que abordará vários aspectos da estratégia de Buffett e ocorrerá no início de setembro em São Paulo.

Não diversificar
Um dos conselhos mais repetidos no mundo dos investimentos é o que diz que a melhor forma de reduzir riscos é diversificar suas aplicações. Buffett pensa o contrário. Para ele, o risco aumenta quando se investe em muitas empresas, porque é impossível ter informações detalhadas sobre todas elas. “Diversificação é uma proteção contra a ignorância e não faz muito sentido para aqueles que sabem o que estão fazendo”, diz ele, que mantém quase todo o seu patrimônio aplicado nas ações da Berskhire Hathaway. Até aqui, essa estratégia transformou Buffett no homem mais rico do mundo, com um patrimônio estimado em 62 bilhões de dólares.

Por Giuliana Napolitano – 21/08/2008

Comento: O Mestre está nos ensinando. Aprenda a investir com Warren Buffett. Faça. Abaixe a cabeça e pare de inventar moda. Investir é para ser chato mesmo. Quer emoção? Vá a um parque de diversões.

Essa ideia de que investir deve ser divertido é a razão da derrota de muitos investidores.

Pequei esse texto em www.financenter.com.br

Veja na Exame

Veja mais no link: http://josuesilva.wordpress.com/2009/05/21/as-licoes-de-warren-buffett/

Invista tempo em aprender.

Ninguém sabe tudo. Aproveite seu tempo para aprender. Outra coisa, o tempo premia os disciplinados.

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Livre-se do cheque especial

O que é cheque especial? É um dinheiro do banco disponível na sua conta (limite) e que você acha que é seu.

É um dos créditos mais caros do mercado. Milhões de pessoas usam cheque especial todos os dias. O que era para ser usado em caso de emergências vira solução de crédito.

Dêem uma olhada no vídeo abaixo que eu copiei do blog do amigo Fernando Blanco.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2008/09/08/0402306ED8B90326.jhtm?cheque-especial-brasileiros-acumulam-divida-de-r20-bi-0402306ED8B90326

 

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Mercado de capitais

Enquanto vamos falando de Educação Financeira é preciso que se entenda que existem diversas formas de investimento.

Controlar as finanças é um degrau para se chegar ao objetivo de investir o que se conseguiu poupar.

Dentre as dezenas de possibilidades, vou postar abaixo as opções existentes.

Mercado de capitais

Ao escolher o investimento o perfil do investidor deverá ser levado em consideração. Tradicionalmente a classificação é entre:

  • Conservador – Indivíduo que tem completa aversão ao risco e busca investimentos super seguros como poupança e renda-fixa;

  • Moderado – Indivíduo que aceita correr algum risco mas ‘diversifica’ entre produtos mais arriscados (opções, ações e fundos de ações) e renda fixa e poupança;

  • Agressivo – Indivíduo que está disposto a correr riscos em busca de retornos mais significativos.

Antes de falar dos produtos financeiros é bom lembrar que essa conta deve ser sempre levada em consideração. O investidor precisa pensar todo o tempo em Risco x Retorno. Essas duas variáveis são inversamente proporcionais. Quanto maior o risco, maior a possibilidade de retorno e vice-versa.

Uma corretora é uma instituição que intermedia os negócios entre o investidor e a bolsa de valores. Para se investir em ações é necessário abrir uma conta em uma corretora autorizada a funcionar pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e que esteja regularizada junto à BM&FBovespa (Resultado da fusão da Bolsa de Valores de São Paulo e da Bolsa de Mercadorias e Futuros).

Os produtos que uma corretora ou boutique de investimentos oferecem são:

  • Compra e venda de ações;

  • Compra e venda de opções;

  • Compra e venda de Títulos do Tesouro Nacional (Tesouro Direto);

  • Cotas de fundos de investimentos;

  • Aplicação em mercado futuro com mercadorias, moedas, metais, índices e outros.

O profissional que atua em uma corretora de valores mobiliários é habilitado pela CVM que é quem fiscaliza e regulamenta o mercado de capitais no Brasil. Para oferecer ao cliente boas condições de tomada de decisão o corretor/consultor precisa estar atento aos movimentos do mercado e gozar de sólido conhecimento do assunto.

Investir em ações e/ou qualquer investimento com um maior grau de risco vai exigir coragem e estômago para resistir a perdas possíveis, mas é compensador. Todo ganho tem seus sacrifícios. Nesse caso os sacrifícios são alguns: incerteza, busca por conhecimento, apostar na economia no futuro, abrir mão de consumo imediato para garantir um futuro melhor.

Para começar no mercado financeiro sugiro buscar informações. Tem que fuçar mesmo. Leia livros, faça cursos. Entre no site da bolsa e faça o cursinho on line de introdução ao mercado.

Me mande e-mails, vamos conversar. A gente se ajuda e crescemos. O mercado é cheio de possibilidades. Eu e você podemos ser mais prósperos amanhã.

Navegue por outros posts mais antigos. Buscar conhecimento é essencial para tomar decisões com menores possibilidades de erros em um mercado completamente irracional. Veja http://clebermiranda.wordpress.com/2007/08/22/as-tres-regras-da-fortuna/.

Segue aqui dicas em vídeo sobre:

Poupança e CDB:

 

Investimento na Bolsa:

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Quanto custa andar de carro?

O Mauro Halfeld costuma dizer que comprar um carro zero quilômetro não é um bom investimento. Eu estou às voltas com o meu usado e querendo comprar um novo. As perguntas que devem ser respondidas não são poucas e vou tentar elucidá-las aqui. Quanto custa andar de carro?

1. O carro zero perde valor assim que sai da concessionária;

2. Comprar um carro novo vai fazê-lo economizar com manutenção por uns dois ou três anos;

3. O automóvel zero vai pedir um seguro com certeza;

4. Os impostos (IPVA, Licenciamento e outros);

O Meu Amigo Rico tem um link discutindo a respeito dos custos do automóvel e a Revista Quatro Rodas lançou um blog sobre o assunto com o autor do Meu Amigo Rico.

Nesse Brasil mais rico que temos hoje, o custo de um carro é muito significativo no orçamento das famílias. Além de manter o carro, o indivíduo tem que pagar o carro. Isso não é pouca grana.

Combustível, manutenção, prestações do carro.

Imagine a gasolina a R$ 2,60, um automóvel médio faz 12 km por litro. Fazendo um deslocamento de 25 km por dia (o que eu faço) daria uns 50 km por dia. Pense bem nesse deslocamento mas considere que há engarrafamento e que o seu carro vai consumir muito mais nesse engarrafamento tipo está aqui em Vitória/ES agora.

Sendo muito otimista sobre o consumo do seu carro você vai gastar em torno de R$ 10,80 por dia. Se você trabalha todos os dias úteis (22 em média), vai gastar R$ 238,00 por mês de combustível.

Minha colega de trabalho tem um carro que faz esse consumo em situação normal. O carro é Flex, logo, imagine que gaste menos. Imagine. Ela está gastando quase R$ 400,00 de combustível devido ao tempo que fica parada ou andando de 1ª.

Prosseguindo…. Considere a nova classe média. Com rendimentos entre R$ 1.050,00 e R$ 4.000,00 por mês para o grupo familiar.

É PRA JÁ!

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