Comendo hoje para pagar amanhã!!!

Segue abaixo post da Silvia Alembert da comunidade Dinheiro é Bom e eu Gosto do site de relacionamentos Limão.com, Silvia desenvolve a metodologia The Money Camp no Brasil. Muito instrutivo e um bom relato do estado das finanças das pessoas comuns no Brasil.

 

Esta reportagem saiu no jornal de Minas, mas é o que vem acontecendo com muitas das famílias brasileiras.

Pagar supermercado com cartão de crédito só dá certo se for feito um planejamento muito rigoroso, para que o cartão seja quitado na data do vencimento com o valor total da fatura.

O melhor ensinamento ainda é: “Se você não tem dinheiro para comprar à vista… você não tem dinheiro para comprar de jeito nenhum!”

Se a grana tá curta, não adianta empurrar as despesas com a alimentação pra frente. Você só vai arrumar mais problemas com dinheiro.

Lembre-se: o negócio dos bancos e administradoras de cartões de crédito é fazer dinheiro em cima do SEU dinheiro! 

 

cartao de credito
cartao de credito

CARTÃO DE CRÉDITO

Fonte: Estado de Minas

“Recorrer ao crédito nos supermercados e nas feiras para pagar a comida que ficou mais cara este ano pode representar ameaça certeira de rombo no orçamento. Por trás das ofertas e benefícios oferecidos nas compras a prazo de alimentos em Belo Horizonte, os juros cobrados do cliente chegam a 5,04% ao mês, em média, na fatura dos cartões próprios das redes varejistas, quase 10 vezes mais que a inflação medida em junho na capital mineira, de 0,52%. A dona-de-casa nem precisa fazer as contas para perceber o tamanho do encargo. Basta observar que apenas no mês passado a taxa superava toda a alta do custo de vida nos últimos 12 meses (de 4,06%), apurada pela Fundação Ipead, vinculada à UFMG.

Se a opção for pelos cartões de bandeira dos bancos ou das administradoras, parceiros ou não dos supermercados no crediário, a dívida pode crescer ao ritmo de até impagáveis 17% ao mês, num único momento em que a fatura deixar de ser liqüidada integralmente. “É onde mora o perigo”, alerta Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças e Administração (Anefac). Diferente da compra parcelada eventual de eletrodomésticos ou artigos de cama e mesa, os alimentos são uma despesa regular bancada com o salário de todo mês. As parcelas do financiamento no cartão vão se acumulando a cada nova compra, sem que a dívida anterior tenha sido encerrada.

O cliente que descuidar do controle dos parcelamentos ou deixar de pagar todo o valor de cada fatura cairá na armadilha dos juros. “O problema é que a dona-de-casa ou o chefe de família estão comprometendo o salário de amanhã para comer hoje. Se deixam de pagar, vão assumir uma dívida altíssima”, afirma Ribeiro de Oliveira. (…)”

Fale comigo cleber9998@gmail.com

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