O drama de poupar – As dificuldades das pessoas comuns em poupar

Prezado leitor que me acompanha. Muitas pessoas tem grande dificuldade de poupar.

POUPAR

Esta postagem visa abrir a oportunidade de você relatar a sua dificuldade em poupar.

Qual o seu problema? O que mais te dificulta ao poupar?

 

Postergar a oportunidade de começar uma poupança é um grande erro. A gente sempre acha que depois vai começar. E nunca começamos.

Aqui tentaremos tecer comentários a respeito do nosso imediatismo, recompensas, planejamento e a noção de riqueza construída de pouco em pouco.

A recuperação financeira passa pela poupança. Necessariamente passa. Lembre-se que poupar é guardar.

Guardar dinheiro é o melhor investimento que existe.

Seja frugal.

Vamos lá. Faça seu comentário relatando a dificuldade que tem ou teve em poupar.

A DIFICULDADE DE POUPAR

Atualização: Você pode ter dificuldades em poupar devido à sua criação. Grande parte dos brasileiros cresceu em lares onde o assunto dinheiro era proibido e os pais não faziam nenhuma poupança.

No livro O Milionário mora ao Lado, Stanley e Danko (escrevi este post aqui: http://clebermiranda.com/o-milionario-mora-ao-lado/ e este outro aqui: http://clebermiranda.com/o-milionario-mora-ao-lado-2/ e ainda postei um vídeo sobre o livro e sobre a frugalidade) afirmam que grande parte dos milionários de primeira geração estudados na pesquisa que realizaram eram filhos de pais frugais.

E na vida conjugal? Como é no casal? Você precisa conversar com seu marido/esposa sobre dinheiro.

Aprenda sobre frugalidade, aprenda sobre juros compostos. Veja esse vídeo que gravei ainda bem jovem sobre o assunto:

Cléber Miranda

https://plus.google.com/+Cl%C3%A9berMirandaEduca%C3%A7%C3%A3oFinanceira

Aprender para economizar. Aprender para investir. Estamos no FACEBOOK e no YOUTUBE. Que tal começar a mudar sua vida financeira? Poupe hoje. Entre em contato: cleber9998@gmail.com

NOSSOS VALORES

Nossos Valores

  • Honestidade a qualquer custo;
  • O amor ao trabalho. O trabalho como forma de crescer na vida;
  • O conhecimento como principal matéria prima de produção;
  • A pontualidade como respeito ao próximo;
  • O respeito às regras e leis;
  • O amor pelo país e seus símbolos;
  • A solidariedade;
  • A eficiência e eficácia como metas de trabalho, em qualquer tipo de organização.

Essa declaração de valores é um guia de atuação diária. Esse é meu norte para fazer escolhas pessoais e profissionais.

Faça uma também. Veja aquilo em que acredita e aquilo de que não abre mão.

Fale comigo cleber9998@gmail.com

Analfabeto Financeiro

Analfabeto Financeiro

Prezados amigos, o Brasil luta (a passos de tartaruga) para erradicar o analfabetismo da vida de milhares de pessoas (hoje, aproximadamente 14 Milhões de pessoas são analfabetas absolutas), entretanto, mesmo para os letrados há outro tipo de analfabetismo, o Financeiro. Veja no texto abaixo se você é um analfabeto financeiro.

Além do analfabetismo numérico, os tupiniquins, em geral, não são chegados em números, a turma anda muito mal quando o assunto é entender o capitalismo e o sistema financeiro.

Veja abaixo matéria do OUL Mídia Global, do Freakonomics.

Freakonomics: sobre o capitalismo, o melhor sistema econômico já inventado, e o analfabetismo financeiro

Stephen J. Dubner e Steven D. Levitt

Ainda não jogue fora seu capitalismo
A turbulência na economia americana fez muitas pessoas atacarem o capitalismo, por um bom motivo: o capitalismo é inerentemente turbulento. Este é motivo para Joseph Schumpeter, o lendário economista de Harvard, chamá-lo de “destruição criativa”.

Dito isso, muita gente (inclusive eu) ainda assim considera o capitalismo como o melhor sistema econômico já inventado. Ele é perfeito? Dificilmente. Quando penso no capitalismo, eu penso no que Churchill certa vez disse sobre a democracia: “A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as outras formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”.

Uma boa forma de apreciar seu próprio sistema bom mas imperfeito é visitar o sistema pior e mais imperfeito de outro país. Aqui está o exemplo de um livro interessante que estou lendo -” The Gridlock Economy”, de Michael Heller, um professor de lei imobiliária da Universidade de Colúmbia:

“No final de 1991, enquanto a União Soviética estava ruindo, eu viajei para Moscou como parte de uma equipe do Banco Mundial. O novo governo de Boris Yeltsin queria saber o que era preciso para criar uma economia de mercado em um país sem memória viva do capitalismo.”

“Eu fiquei impressionado em quanto o socialismo inverteu as coisas. No inverno de Moscou, meus amigos deixavam suas janelas abertas para os apartamentos não superaquecerem. Por quê? A energia não tinha um preço, de forma que não havia termostatos. Todo mundo viajava grandes distâncias para trabalhar. Por quê? Terrenos e transporte não tinham um preço, de forma que Moscou tinha chalés próximos do centro da cidade e altos prédios de apartamentos nos subúrbios distantes. Milhões estavam socados em conjuntos habitacionais obsoletos, mas não havia como desenvolver os terrenos próximos. Estes custos se tornaram visíveis tão logo os russos começaram a atribuir um preço aos terrenos, à energia e outros recursos no valor de mercado mundial. A transição foi dolorosa.”

Provavelmente nos faria bem perceber que o atual barulho em torno dos aumentos dos preços nos Estados Unidos é, na verdade, o som de muitos ovos sendo quebrado, o que de forma moderada poderá ser uma boa coisa para muitas pessoas. A dor do momento é real, mas também é a força do sistema.

Stephen J. Dubner

Você é financeiramente letrado?
Quão importante é a disseminação do conhecimento financeiro para a saúde de uma sociedade moderna?

Bem, eu diria que muito.

Assim como Annamaria Lusardi, uma professora de economia do Dartmouth College, que sabe e cuida da alfabetização financeira mais do que qualquer outra pessoa que você provavelmente encontrará.

Em uma sociedade com um sistema financeiro moderno e bem complexo como os Estados Unidos, provavelmente não é um bom sinal o fato de mais da metade de seus cidadãos não serem capazes de lidar com economia básica, como mostrado em um novo estudo de Lusardi, intitulado “Alfabetização Financeira: Uma Ferramenta Essencial para uma Opção Informada pelo Consumidor?” Entre os conhecimentos básicos estão saber como um cartão de crédito realmente funciona; entender a beleza do juro composto e o horror de pagar o valor mínimo do cartão de crédito; saber como economizar e investir mesmo quando pensa que não pode etc.

E nem mesmo tocamos nas questões macroeconômicas mais simples, como oferta e demanda. É possível imaginar quão diferente seria a cobertura estridente do noticiário a respeito do aumento dos preços da gasolina caso o público (e a mídia) se importasse ao menos um pouco em saber como a economia de fato funciona?

Então, o que pode ser feito? Eu procurei Lusardi para algumas respostas que podem mostrar se uma pessoa é ou não um analfabeto financeiro.

P.: Como se compara a alfabetização financeira nos Estados Unidos a de outros países desenvolvidos?

R.: Esta é uma pergunta difícil de responder porque, como você pode saber a partir do meu trabalho, quase nenhuma pesquisa (nacional) conta (ou contava) com informação para medir a alfabetização financeira. Além disso, nós não dispomos de um conjunto consistente de perguntas sobre alfabetização entre os países. Mas a julgar por algum trabalho que tenho feito, comparando os Estados Unidos com a Holanda e a Itália, e pelo Relatório para Melhoria da Alfabetização Financeira da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, eu posso dizer que os outros países desenvolvidos enfrentam o mesmo problema de amplo analfabetismo financeiro. O analfabetismo financeiro pode até ser pior nos outros países do que nos Estados Unidos.

P.: Se você fosse presidente dos Estados Unidos por um dia (ou mais), quais seriam os cinco itens de alfabetização financeira que tentaria ensinar a todos?

R.: Se fosse presidente por um dia, eu gostaria que os seguintes assuntos fossem ensinados no colégio:

  1. O básico sobre como os mercados funcionam. Coisas como: é a lei da oferta e demanda que determina os preços em mercados competitivos e a taxa de juros é o preço do dinheiro.

  2. O valor temporal do dinheiro e o funcionamento do juro composto: porque muitos pagamentos nas finanças acontecem em pontos diferentes do tempo, é preciso saber como comparar os pagamentos. O desconto está na base do preço de um ativo. Qual é o preço dos títulos? É o valor no presente de seus pagamentos. A composição dos juros é um conceito fundamental e exige um pouco de matemática. É muito importante entender a composição dos juros para poder apreciar plenamente a importância de começar a economizar cedo e como tomar empréstimos e administrá-los.

  3. O conceito básico de risco e o funcionamento da diversificação do risco e seguro: muitas das decisões sobre poupar e investir estão ligadas a como lidar com o risco.

  4. Contabilidade básica: para saber os valores líquidos é preciso subtrair ativos e obrigações, e que faz uma grande diferença entre escolher preços de mercado e preços contábeis.

  5. Direitos e responsabilidades dos consumidores e instituições. As pessoas precisam saber que há uma Sociedade Federal de Seguro de Depósito, que os depósitos bancários são seguros (até US$ 100 mil) e que não há necessidade de fazer fila para sacar depósitos; elas precisam saber quem tem e não tem deveres fiduciários e o que significa o uso de um consultor financeiro (você não pode processá-los em caso de queda do mercado de ações).

Stephen J. Dubner

Tradução: George El Khouri Andolfato

Recuperação financeira

Lá vai mais um post sobre recuperação financeira para quem está em dificuldades.

De ‘conhecendo suas contas’ à Auto-consciência.

O processo de auto-conhecimento é o mesmo que ficar a par da situação em que se encontra sua vida. Falando de dinheiro, conhecer a situação atual é colocar suas contas (hábitos) em um raio-x. Como começar?

Enumerar os seus gastos em uma simples tabela é o começo do nosso exame de sua saúde financeira.

Conta/Dia

Segunda

Terça

Quarta

Quinta

Sexta

Sábado

Total

Alimentação

4,00

4,50

5,00

2,00

3,00

4,00

22,50

Transporte

5,90

1,80

4,00

3,20

2,50

3,00

20,40

Diversão

4,00

0,00

5,00

8,00

2,00

0,00

19,00

Outros

5,00

0,00

0,00

5,00

8,00

13,00

31,00

Total

18,9

6,30

14,00

18,20

15,50

20,00

92,90

Com essa simples anotação foi possível saber que a pessoa em questão gastou R$ 92,90 em uma semana. É possível saber que essa pessoa gastou R$ 20,40 com transporte na mesma semana. As contas vão variar de pessoa para pessoa, os valores também vão variar. O importante é saber para onde o dinheiro vai.

 

Saber o estado das suas contas é crucial se você quer estabelecer controle efetivo sobre as suas contas. Esse controle é primordial no processo de acumulação de dinheiro.

 

É PRA JÁ!

 

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Quebrados

Estou trabalhando em um material para pessoas em grande dificuldade financeira.

Além de ser um material dirigido a quem é pobre hoje, também é para quem está com muitas dificuldades. Enrolado mesmo.

Conheço muita gente nessa situação. Com a atual situação econômica do país o crédito está comendo a riqueza da turma.

E você está enrolado? Endividado? Quebrado? Se sim, eu posso ajudar. Desenhei um processo de recuperação em 03 fases simples, mas, que funcionam.

Sair da pindaíba. Enriquecer e prosperar.

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Compromisso

Esse mundo precisa de heróis, de modelos de conduta e caráter, você se habilita? 

O mundo está muito violento. Os telejornais passam a maior parte do seu tempo relatando efeitos da violência na sociedade. Isso está ocorrendo ao redor do mundo, por toda parte. Você fica indignado? Você fica triste ao ver notícias a respeito da violência? Violência contra qualquer um? Você acha um absurdo que uma pessoa seja alvejada por vários disparos no meio da rua? Ou você diz “meteram bala em um cara lá em tal lugar”? Se fosse um parente seu ou conhecido você falaria da mesma forma?

Nós estamos perdendo a noção do que é a vida e do que ela significa. A vida é um dom de Deus. Dado a todos e ninguém tem o direito de tirá-la.

Mas porque as pessoas não se assustam mais? Porque dizer “vou matar fulano” não espanta mais ninguém? Porque não estamos nos importando com nada?

Pense um pouco e observe como estão as famílias.

Pergunte a cada pessoa que acabou de ser presa sobre sua família.

Pergunte sobre sua mãe.

Pergunte sobre seu pai.

Pergunte sobre a infância, carinho, atenção e aprendizado das coisas.

 

Não tem erro. O cara vai relatar que vivia em uma família desunida, onde ninguém colocava limites ou os punia com severidade depois de ensinar o jeito certo. O cara vai relatar que, ou não tem pai, morto, ou o pai os abandonou, ou o cara é ausente mesmo. Não tem erro, pergunte isso.

 

Se concluo que a família é muito importante, e não estou constatando nada novo, digo que precisamos fortalecer as famílias. Homens, assumam sua posição. Assumam seu compromisso. Sexo é bom, mas se sua mulher ou namorada engravida é seu compromisso cuidar da criança. Ninguém deve perguntá-lo SE você quer fazer isso, você TEM que fazer.

 

Pronto, encontramos uma das causas dessa tragédia toda, falta de compromisso. Ninguém quer se comprometer com nada.

 

Meu amigo, nós não fazemos só o que gostamos, temos muito o que fazer e algumas coisas não nos são prazerosas, mas são necessárias.

 

Fazer a coisa certa!

 É PRA JÁ.

Economia brasileira crescendo como nunca

Vejam abaixo matéria que peguei no financenter.com.br, a matéria original é do Valor

Sustentar o crescimento Algo extraordinário está acontecendo na economia brasileira.
Aparentemente, rompemos o padrão anterior de recuperação e crise cíclicas em 2005. Desde o início de 2006, a economia brasileira vem acelerando o crescimento, saindo do patamar de 3% ao ano para 5% ao ano. Neste ano que se encerra, o PIB deverá crescer mais do que 5% e o fluxo de geração de novos empregos está crescendo 25%, com acréscimo de cerca de 2 milhões de novos empregos formais. O mais relevante é que, desde início de 2004, enquanto o PIB cresceu 15%, a formação bruta de capital fixo cresceu 36%, e com sinais claros de aceleração no período mais recente, o que afasta os perigos de uma aceleração da inflação. Neste processo de aceleração do crescimento podemos perceber algumas mudanças estruturais significativas e deslocamentos nas expectativas de longo prazo do empresariado nacional.
Do ponto de vista estrutural, o dado mais significativo é que a composição da demanda agregada mudou no sentido de maior abertura comercial da economia brasileira. Enquanto as exportações cresceram cerca de 122%, desde o início de 1999, o PIB cresceu 33% no mesmo período. Isto tem diversos significados de extrema importância. Primeiro, abrimos mais a porteira através da qual o Brasil pode trazer para dentro a fronteira tecnológica, através da ampliação das importações, com possibilidades de acelerar o aumento de produtividade nos próximos anos. Segundo, invertemos a tendência dos últimos vinte anos e integramos mais o país ao comércio mundial, cujo dinamismo tem sido a locomotiva do crescimento econômico. Terceiro, ampliando o setor de produção de bens comercializáveis, tornamos a economia brasileira menos vulnerável às súbitas paradas no fluxo de capital do exterior, que vinham sendo sistematicamente a causa das crises cíclicas mostradas no gráfico abaixo. Quarto, com a ampliação da participação das importações na oferta total de bens, tornamos a nossa economia menos suscetível à inflação de demanda, podendo, portanto, o Banco Central conduzir a política monetária com maior flexibilidade.

 

 


 

Uma vez iniciada a aceleração, é preciso construir os pré-requisitos fundamentais para sustentar o crescimento, e há ainda um longo caminho a trilhar

 


 

Está havendo também uma mudança estrutural no sistema de financiamento, com uma verdadeira revolução no mercado de capitais. Apesar da “heróica” resistência do Banco Central e do sistema de crédito bancário, a superoferta de poupança externa, ou a escassez global de ativos, vem reduzindo, dramaticamente, o custo do financiamento de investimentos através da expansão do mercado de capitais (debêntures, securitização de recebíveis e direitos creditórios, emissão de ações, fundos de investimento em participações etc). Em outras palavras, o mercado de capitais está dando um “bay pass” no sistema gerador de altas taxas de juros, ampliando a captação de recursos via instrumentos alternativos de dívida, ações e capital próprio. Neste ano, as operações de debêntures, fundos de investimento em participações e emissões de ações deverão ultrapassar R$ 130 bilhões. Apenas pequena parte destes recursos convertem-se em novos investimentos produtivos, mas, para se ter uma idéia da magnitude, basta lembrar que a formação bruta de capital fixo no ano alcançou R$ 385 bilhões.

Os ciclos longos de expansão são sempre liderados por alguns setores que puxam os demais e por mudanças que provocam expansão da demanda real na economia. Em regra, os candidatos a setores líderes são aqueles que ficaram muito defasados no período anterior ou associados a inovações tecnológicas. Neste sentido, já estão ocorrendo deslocamentos das percepções de oportunidades de investimentos lucrativos em setores como habitação, infraestrutura física e educação, onde acumulamos enormes déficits nas últimas duas décadas. O mesmo está ocorrendo nos setores de energia e associados à tecnologia de informação, onde as inovações deverão ter impactos significativos, elevando a lucratividade. Existem também deslocamentos trazidos pelo sucesso das estratégias de crescimento da Ásia, particularmente da China e Índia, e são direcionados ao setor agropecuário. Assim, já é perceptível deslocamentos nas expectativas dos empresários em relação às oportunidades de investimentos.

É importante lembrar também que a aceleração do crescimento neste ano resultará em elevação da lucratividade das empresas e, se ela persistir nos próximos anos, as elevadas taxas de juros deixarão de ser obstáculos maiores ao financiamento dos investimentos, pois em regra os fundos internos participam com mais do que dois terços dos recursos destinados a investimentos produtivos das empresas não-financeiras. Taxa de juros elevada será mais um problema de natureza fiscal e cambial, por provocar desestabilização na conta de capitais, que cria obstáculo ao investimento.

As experiências históricas de crescimento acelerado por décadas mostram que o período de transição da estagnação ou semi-estagnação para este crescimento acelerado pode levar cinco anos para se consolidar. A aceleração inicial tem as causas mais variadas. No caso brasileiro tem sido um fantástico choque positivo nos termos de troca e oferta abundante de recursos internacionais a taxa de juros bastante baixa. Uma vez iniciada a aceleração, é preciso construir os pré-requisitos fundamentais para a sustentação do crescimento: elevação da taxa de investimento, desenvolvimento de mecanismos que evitem a apreciação da taxa de câmbio e que tragam estabilidade e reformas institucionais, removendo os obstáculos aos investimentos. Percorremos dois anos de aceleração, mas há ainda um longo caminho a trilhar.
Yoshiaki Nakano, ex-secretário da Fazenda do governo Mário Covas (SP), professor e diretor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas – FGV/EESP, escreve mensalmente às terças-feiras.
http://www.funcex.com.br/

 

Valor Econômico

Crescer como nunca, É PRA JÁ!

Excelência pessoal

Hoje estive em uma palestra com o técnico Bernardinho. O cara é um exemplo de determinação, dedicação, treino e prazer pela vitória. Tudo que ele falou faz todo o sentido. Ele é fascinado pela vitória e por treinar, para ele o jogo mais difícil é o próximo.

Segundo ele a trilogia dos campeões é a seguinte:

  • Integridade moral e ética;
  • Qualificação profissional (conhecimento técnico);
  • Vontade de vencer

Treinar, treinar e treinar. Se ficar em dúvida sobre o seu rendimento. Treine mais ainda.

É isso. Ser melhor é o que importa.

É PRA JÁ!

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Comunidade

Eu estou no negócio de educação e desenvolvimento humano. Por acaso hoje estou também trabalhando na educação pública do meu estado.

Mas o meu negócio é ajudar as pessoas a melhorar os seus resultados através de treinamento, palestras, vídeos, podcastings e outras ferramentas. Estou só começando e vou arrebentar. Vamos criar uma comunidade que agrega as pessoas interessadas em mudar de paradigma na gestão de seus próprios recursos – leia-se cuidar do próprio dinheiro – e se desenvolver nesse assunto.

Falar de trabalho, riqueza, gestão, fortuna não é um problema pra mim num país de ética católica de perdedor.

Nós vamos pra cima e ensinar as pessoas que o controle do destino está nas mãos delas.

Você vai ouvir falar do nosso negócio. Minha assinatura aqui virou marca e vai estar em todo canto.

Diga: É PRA JÁ! Eu topo resolver, eu vou mudar de vida porque eu quero fazer isso.

Dái em diante é só trabalhar todos os dias. O primeiro passo foi dado.

Comunidade É PRA JÁ! fique ligado, em breve perto de você, dentro da sua cabeça e do seu coração.

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