Educação para o crédito

Esse é um comentário do Blog do Crédito do Fernando Blanco, o link dele está ao lado no blog roll:

http://blogdocredito.wordpress.com/2009/07/10/in-obama-i-trust-part-iii/#comments

Julho 15, 2009 at 5:52 pm

Prezado Leandro,

A sua reflexão sobre a discussão econômica na mídia é algo que me intriga também – só que não é só na mídia.

Ao entrar em qualquer livraria, ao se deparar com os livros em destaque você notará um grande números de livros na linha do “Como ficar rico na bolsa” ou “Invista como Warren Buffet”.

Eu deploro isso. Na minha visão, o que está por trás deste processo é a vontade de se ganhar dinheiro fácil. E o pior é que não existe dinheiro fácil na bolsa – quem ganha fácil é porque teve sorte. Os campeões deste mercado ganham mais do que perdem e no longo-prazo.

Eu sou um autodenominado evangelizador da cultura do crédito. Falo sozinho, não é? Quem mais procura explicar como funciona este instrumento, este mercado? Para falar sobre bolsa tem fila de especialista.

E se tem muita oferta de guru, livro, blog, programa e notícia na mídia é porque…tem consumidor, tem ouvinte e leitor.

Eu tenho uma visão que a imensa maioria dos brasileiros não tem interesse em crédito – acham que “é assim mesmo e não tem solução” e “que banco é tudo igual”. Então, quando surge alguém falando sobre o tema não ninguém dá bola. E pagam juros altos…

Quanto à economia real, acho que há bastante espaço, mas nada comparável com o mundo maravilhoso das bolsas.

O que você chama de fomento de mais debate é o que eu chamo, por exemplo, de educação creditícia, i.e. capacitar o cidadão para que não seja lesado por juros tão altos. E em nosso país há espaço para um grande número de programas/debates voltados à capacitação, pois este é uma nação que nunca investiu em educação (em qualquer nível)…

Obrigado pela contribuição + abraços,
F.

Grande Fernando. Muito bom seu comentário.

 

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Troca de dívida

Troca de dívida é saída para quem está enforcado no cheque especial ou cartão

Algumas modalidades de crédito bastante populares como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito possuem um elevado custo financeiro, ou seja, possuem juros muito altos. Os juros dessas duas modalidades de crédito são os mais altos entre todas as demais possibilidades de crédito existentes.

 

Sophia Camargo

Com a nova queda da taxa Selic é uma boa hora para trocar as dívidas com juros altos por outra com juros mais baixos. A estratégia é excelente especialmente para quem tem dívidas com altas taxas de juros, como cheque especial e cartão de crédito.

Para se ter uma ideia do alívio que isso representa para o consumidor, vamos tomar por exemplo alguém que estivesse devendo R$ 1.000,00 no cheque especial a uma taxa mensal de 9%. Segundo os cálculos do professor de matemática financeira José Vieira Dutra Sobrinho, se essa pessoa apenas pagasse os juros desembolsaria, por mês, R$ 90,00 sem que, no entanto, o montante de R$ 1.000,00 deixasse de existir. Se deixasse de pagar a dívida e esta se acumulasse, ao fim de 18 meses estaria devendo R$ 4.717,20!

Encontre Educação Financeira por aí na internet:

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Cartão de crédito – o vilão do endividamento

Reproduzo post da Silvia Alembert do wikisite Dinheiro é Bom e Eu Gosto do Limão:

Novamente o cartão de crédito é o vilão do endividamento.

Sem nenhum planejamento financeiro, com o desemprego batendo à porta, com a tentação das propagandas incentivando compras a prazo (e longos prazos…), não dava para visualizar outro cenário, a não ser este descrito abaixo.

E de novo o ensinamento: “Se você não tem dinheiro para comprar à vista, você não pode comprar de jeito nenhum!”

Cartão de crédito é o maior vilão do endividamento

Marinella Castro – Estado de Minas

20.07.2009

Nos últimos cinco anos, o peso das compras parceladas engoliram o orçamento do consumidor, sendo responsável por quase 70% das contas em atraso. O cartão de crédito é o principal vilão do índice. De 2004 para cá, o dinheiro de plástico ganhou espaço, competindo com o cheque e o crediário. Mas a facilidade de fazer prestações, para adquirir desde eletrodomésticos até alimentos e serviços do salão de beleza, chegou com o descontrole das finanças. No período, o peso dessa forma de pagamento quase dobrou no comprometimento do orçamento doméstico, saltando de um percentual de 20% para 37%. Entre as dívidas do consumidor, o cartão passou da quinta colocação no ranking das contas em atraso para o primeiríssimo lugar, ultrapassando com folga até mesmo os atrasos com as contas de luz, que historicamente têm ocupado posição de destaque no pódio do desequilíbrio financeiro.
 

Juntas, as dívidas com os cartões de crédito, o chamado private label (cartão de lojas) e as prestações em geral respondem por mais de 67% das contas em atraso. Os dados comparativos estão no Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido em junho de 2004 e junho deste ano, pela Fundação Ipead/UFMG, em parceria com a Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio-MG).

Em junho de 2004, o cartão de crédito aparece entre as cinco maiores dívidas do brasileiro. Daí em diante o movimento é ascendente. Em 2006, a modalidade ganha duas posições, ocupando o terceiro lugar, e este ano dispara como líder absoluto. “O planejamento e a educação financeira não chegaram com a mesma velocidade que a ampliação do crédito, e é aí que está o risco”, comenta a coordenadora do Departamento de Economia da Fecomércio-MG, Silvânia Araújo. Segundo ela, o despreparo do brasileiro para administrar o crédito aparece em diversas faixas de renda, sendo pago com elevadas taxas de juros. “O crédito é importante, mas, se não é planejado, tem um lado perverso.”

A vendedora Ivani Dutra Ribeiro está a procura de um novo emprego. Enquanto isso, tenta equilibrar as finanças com o auxílio do crédito. Hoje, a vendedora tem um cartão comercial e um private label, mas o número de bandeiras em sua carteira já foi maior. Ela decidiu reduzir a quantidade exatamente para cortar gastos. “O cartão é muito bom pela facilidade de comprar com prazos. O risco é que a gente gasta um dinheiro que não tem. Já fiquei descontrolada algumas vezes e agora presto atenção.” Para pagar as contas em dia, a consumidora entrou em uma espécie de ciranda. “Saco dinheiro de um cartão para pagar o outro. Assim não atraso as contas”, explica.

A facilidade para comprar pagando com um dinheiro que muitas vezes não tem em caixa fez o número da inadimplência crescer. Apesar disso, os cartões de crédito ainda têm espaço a conquistar. “As altas taxas de juros compensam a inadimplência. Os últimos números do setor mostravam que cerca de dois terços da população economicamente ativa ainda não têm cartão de crédito”, comenta Miguel José de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Entre as dívidas que mais pesam no orçamento doméstico, despesas básicas têm destaque. O aluguel perdeu espaço, entre 2004 e 2009, reduzindo seu peso no orçamento doméstico de 13% para 4%. O uso da água também está mais programado e o peso do item foi reduzido no período de 34% para 19%. Já a conta de luz continua pesando no endividamento das famílias. “Existe um espaço entre o atraso da conta e o corte do serviço, daí a liderança do item”, lembra Silvânia Araújo. Ela ressalta também o crescimento do consumo de eletrodomésticos nos últimos anos.

Câmara aprova educação financeira nas aulas de matemática

Leia no UOL Educação:
Agora vamos precisar ensinar aos professores para eles repassarem para a garotada. Muito boa iniciativa.
Cléber Miranda - Educação Financeira
Cléber Miranda – Educação Financeira

De graça?

Eu não acredito em almoço grátis, nem poderia. Você acredita? Bolsa família é de graça? Desoneração tributária o é?

Nada é de graça. Alguém sempre paga a conta. Nem sempre sabemos quem.

Ricardo Jordão, da BizRevoution, publicou um post muito legal semana passada sobre FREE. Um cara chamado Chris Anderson lançou um livro com esse nome e falando dos serviços gratuitos que existem hoje. Estou aqui no WordPress de graça, minha hospedagem é gratuita. Estou no mundo do FREE também.

Clicando aqui abaixo você pode ver o post dele. Gostei muito embora não concorde com tudo o que ele escreveu:

http://www.typepad.com/services/trackback/6a00d83451bad569e2011571aec229970b

Será que daqui a um tempo teremos mais serviços FREE?

Você já encontra qualquer informação de graça no mundo dos blogs e sites.

O que mais encontramos grátis? Será que as pessoas estão em busca de serviços de graça? Será que elas não preferem pagar? Fica a pergunta.

Estamos observando uma enorme destruição de valor devido à escalada da concorrência tipo Wal Mart. Fica a interrogação.

Comendo hoje para pagar amanhã!!!

Segue abaixo post da Silvia Alembert da comunidade Dinheiro é Bom e eu Gosto do site de relacionamentos Limão.com, Silvia desenvolve a metodologia The Money Camp no Brasil. Muito instrutivo e um bom relato do estado das finanças das pessoas comuns no Brasil.

 

Esta reportagem saiu no jornal de Minas, mas é o que vem acontecendo com muitas das famílias brasileiras.

Pagar supermercado com cartão de crédito só dá certo se for feito um planejamento muito rigoroso, para que o cartão seja quitado na data do vencimento com o valor total da fatura.

O melhor ensinamento ainda é: “Se você não tem dinheiro para comprar à vista… você não tem dinheiro para comprar de jeito nenhum!”

Se a grana tá curta, não adianta empurrar as despesas com a alimentação pra frente. Você só vai arrumar mais problemas com dinheiro.

Lembre-se: o negócio dos bancos e administradoras de cartões de crédito é fazer dinheiro em cima do SEU dinheiro! 

 

cartao de credito
cartao de credito

CARTÃO DE CRÉDITO

Fonte: Estado de Minas

“Recorrer ao crédito nos supermercados e nas feiras para pagar a comida que ficou mais cara este ano pode representar ameaça certeira de rombo no orçamento. Por trás das ofertas e benefícios oferecidos nas compras a prazo de alimentos em Belo Horizonte, os juros cobrados do cliente chegam a 5,04% ao mês, em média, na fatura dos cartões próprios das redes varejistas, quase 10 vezes mais que a inflação medida em junho na capital mineira, de 0,52%. A dona-de-casa nem precisa fazer as contas para perceber o tamanho do encargo. Basta observar que apenas no mês passado a taxa superava toda a alta do custo de vida nos últimos 12 meses (de 4,06%), apurada pela Fundação Ipead, vinculada à UFMG.

Se a opção for pelos cartões de bandeira dos bancos ou das administradoras, parceiros ou não dos supermercados no crediário, a dívida pode crescer ao ritmo de até impagáveis 17% ao mês, num único momento em que a fatura deixar de ser liqüidada integralmente. “É onde mora o perigo”, alerta Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças e Administração (Anefac). Diferente da compra parcelada eventual de eletrodomésticos ou artigos de cama e mesa, os alimentos são uma despesa regular bancada com o salário de todo mês. As parcelas do financiamento no cartão vão se acumulando a cada nova compra, sem que a dívida anterior tenha sido encerrada.

O cliente que descuidar do controle dos parcelamentos ou deixar de pagar todo o valor de cada fatura cairá na armadilha dos juros. “O problema é que a dona-de-casa ou o chefe de família estão comprometendo o salário de amanhã para comer hoje. Se deixam de pagar, vão assumir uma dívida altíssima”, afirma Ribeiro de Oliveira. (…)”

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Lições de Finanças Pessoais de Michael Jackson

Prezados, todos nós que assistimos aos acontecimentos relacionados com a morte do Rei do POP ficamos um pouco entristecidos gostando dele ou não. Vamos aqui avaliar as finanças pessoais de Michael Jackson.

Assistindo às diversas matérias que saem por todos os veículos de mídia ficamos sabendo o seguinte:

  • O aluguel da casa onde ele morreu custava US$ 100 mil/mês;
  • Ele morreu e deixou dívidas da ordem de US$ 400 Milhões;
  • Há relatos de que ele faturava, mesmo não lançando discos, US$ 19 Milhões/ano;
  • Ele se envolveu em diversos escândalos e a cada sentença ou acordo desembolsava fábulas em USD;

Lendo um livro dia desses vi uma história de que quando ele assinou com uma gravadora no início dos anos 1990 tinha um contrato na casa dos bilhões de dólares. Ela o maior vendedor do mundo e tinha muitos produtos licenciados. Michael era dono de muitas empresas,  inclusive dono dos direitos autorais das músicas dos Beatles, o que lhe rendeu a inimizade de Paul McCartney.

Com muitos negócios lucrativos e recebendo direitos autorais até de obras alheias fica a pergunta: Como ele conseguiu desperdiçar tanto dinheiro?

Será que faltou educação financeira a um dos maiores artistas que já vimos no mundo?

michael-jackson
                                                                            Michael Jackson

Só o disco Thiller vendeu mais que o Roberto Carlos em toda a carreira.

Será que vale fazer qualquer sacrifício para satisfazer os caprichos e mimos que cada um de nós deseja? Será que podemos sacrificar o futuro em nome de prazeres no presente? As futuras gerações podem ser comprometidas porque queremos tudo-agora-mesmo?

Confesso que ainda estou curioso quanto a esse assunto. Se se confirmarem as especulações de Michael Jakson morreu quebrado seria a maior bancarrota pessoal de todos os tempos. Vejam esse post do Leonardo Siqueira http://reflexoescorporativas.wordpress.com/2009/07/01/como-o-homem-de-2-bilhoes-de-dolares-faliu/

Talvez ele tenha vivido como dizia em uma de seus  primeiros sucessos depois de adulto:

“Quando o melhor não é o bastante…”

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Primeiro Milhão

O ideal de todo mundo que faz planejamento financeiro é alcançar a sonhada Independência Financeira. O primeiro milhão se torna assim um ‘número mágico’ que possibilita uma renda tranquila perene sem sacar o principal.

Essa ferramenta do Yahoo Finanças é prática e interativa. Entre lá e veja de quanto tempo precisa para chegar ao seu primeiro milhão de reais.

Meu Primeiro Milhão Yahoo Finanças

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